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sexta-feira, 30 de março de 2012

VAMOS TODOS APOIAR O NOSSO CLUBE

nas horas difíceis é que se vê quem são os verdadeiros adeptos, por isso alerto a todos os verdadeiros adeptos do Santa clara que no próximo Domingo dia 1 de Abril pelas 16horas no estádio de S. Miguel, se unem em pról do nosso clube, não deixem para depois o que se pode fazer domingo, APOIAR SEMPRE NO BEM COMO NO MAL, O CLUBE É NOSSO, é do nosso dever apoiar.

TODOS SOMOS POUCOS, UNIDOS SOMOS FORTES.

APARECE...

JUVENIS:Final da Taça Manuel Inácio de Melo

Amanhã sábado dia 31 de Março pelas 18h30 no campo de São Roque uma final a não perder.



E TU VAIS FALTAR?

VEM APOIAR OS JUVENIS DO SANTA 
CLARA A CONQUISTAR MAIS UM
TROFÉU

quinta-feira, 29 de março de 2012

juvenis do Santa Clara entram em acção no tornei (homenagear António Bentes, eterna glória da Académica de Coimbra)


A Académica apresentou na tarde desta quarta-feira o I Torneio de Futebol Juvenil 
"António Bentes" numa cerimónia onde estiveram presentes o Presidente da Briosa,
 José Eduardo Simões, António Bentes (filho de António Bentes) e Vítor Severino,
Coordenador do Futebol de Formação dos "estudantes".


Académica, UD Leiria, Santa Clara, Beira Mar, Feirense e Naval são as equipas
 participantes de um torneio que se disputa no Estádio Sérgio Conceição,
nos dias 3 e 4 de Abril. 
O Presidente da Académica mostrou-se satisfeito com a organização do torneio
 e recordou os tempos em que ele próprio era treinado por António Bentes.



"Quando alguém é treinado por uma pessoa destas fica extasiado. 
O nome deste torneio assenta na perfeição.", frisou. Já o filho de António Bentes
 deixou um agradecimento à Briosa por ter dado o nome da prova a uma figura
 incontornável dos "estudantes".

"Quero deixar um agradecimento
 pelo evento e espero que
 corresponda em valores importantes
 como o sentir a camisola,
 o fair-play, o desportivismo.",
 adiantou.

Para terminar, Vítor Severino falou
 dos objectivos da prova
 e desvendou que serão entregues
três prémios individuais: 
melhor jogador, melhor marcador
 e melhor guarda-redes.
 No ar ficou a possibilidade de repetir
 a iniciativa noutros escalões.

"Este torneio tem uma tripla dimensão:
 presente (posicionar correctamente na
 actualidade, oferecer prática desportiva, 
amizade, alegria e educação através do desporto), passado
(homenagear António Bentes, eterna glória da Académica,
ensinar Académica aos nossos jovens atletas), projectar o futuro
 (futebol de formação é o futebol de amanhã)",
finalizou.


quarta-feira, 28 de março de 2012

Santa Clara já tem treinador


Ricardo Chéu é o substituto de Bruno Moura no comando técnico da equipa profissional do Santa Clara. O até ontem adjunto do demissionário treinador aceitou assumir a orientação do plantel até ao final da temporada em curso tendo como único propósito retirar o conjunto encarnado da proximidade em relação aos lugares de descida e garantir a permanência na Liga de Honra.

O adjunto, agora promovido a treinador principal, já orientou o treino na manhã desta quarta-feira, realizado no relvado do complexo desportivo do Lajedo, acompanhado por Pedro Lascarim, técnico de guarda-redes que também se mantém em funções e que será o seu braço direito nas seis jornadas que faltam para a conclusão do campeonato.
Depois de três épocas como adjunto no Olhanense e Académica, sempre ao lado de Jorge Costa, Ricardo Chéu (30 anos) assume pela primeira vez a liderança de um projecto e o desafio que agora abraça é aliciante pois dispõe de seis jornadas para levar o Santa Clara à tranquilidade no campeonato da Liga de Honra.
A estreia na condição de treinador principal dos encarnados de Ponta Delgada está marcada para o próximo domingo, às 16.00 horas, no estádio de São Miguel, quando o Santa Clara receber o Freamunde em partida da 25.ª jornada. É o primeiro de seis importantes desafios que os açorianos têm pela frente tendo em vista a concretização da manutenção. fonte/sportzoom

Não vais deixar saudades

Bruno Moura, duas épocas para esquecer, a primeira foi um desastre e a segunda ainda pior e nem chegou ao fim.

Não vais deixar saudades a ninguém.

Adeus és o elo mais fraco.

terça-feira, 27 de março de 2012

Bruno Moura pediu demissão de treinador do Santa Clara

Os maus resultados que atiraram a equipa para perto da zona de despromoção na Liga Orangina precipitaram a saída do treinador a seis jornadas do fim da temporada


Bruno Moura apresentou esta noite o seu pedido de demissão de treinador do Santa Clara, cargo que desempenhava desde junho de 2010.
Segundo apurou o Açoriano Oriental online, o pedido do técnico dos encarnados de Ponta Delgada foi aceite pela administração da Santa Clara Açores - Futebol SAD que, entretanto, já começou a comunicar a situação aos jogadores do plantel.
Os maus resultados da equipa nas últimas três jornadas e que atiraram o Santa Clara para junto da zona de despromoção na Liga Orangina terão pesado nesta decisão do jovem treinador que, refira-se, estava em fim de contrato com o clube. 
A seis jornadas do fim do campeonato, o Santa Clara ocupa a 12.ª posição com 28 pontos e tem apenas mais três de vantagem que Sporting da Covilhã, 15.º e penúltimo classificado, o primeiro colocado na zona de descida à II 
Divisão.


Fonte
Arthur Melo

segunda-feira, 26 de março de 2012

Teledesporto

Trofense 2 santa Clara 1

Santa Clara esteve a vencer na Trofa mas permitiu a reviravolta. Os erros defensivos voltaram a ser penalizadores para os encarnados de Ponta Delgada.
Terceira derrota consecutiva averbada pelo Santa Clara no campeonato da Liga de Honra numa fase em que a competição se aproxima do final e a equipa encarnada permanece próxima dos lugares de despromoção, adiando para desafios futuros o concretizar da manutenção. A formação insular foi derrotada por 2-1 pelo Trofense e baixou para o 12.º lugar.
Numa tarde de Sol o jogo até começou bem para o Santa Clara que aos dezasseis minutos colocou-se em vantagem através da conversão de uma grande penalidade. Lourenço não desperdiçou soberana oportunidade e colocou os açorianos na frente do marcador. O pior viria depois…
A perder, o Trofense reagiu e tirou proveito das desatenções alheias, empatando no período de compensação da primeira parte por intermédio de José Manuel, num cruzamento/remate que apanhou Stefanovic desprevenido e operando a reviravolta no primeiro minuto da etapa complementar através de um forte remate de Edu à entrada da área.
Em desvantagem, o Santa Clara perdeu clarividência mas mesmo assim poderia ter reposto a igualdade num cabeceamento de Ilic que o guarda-redes Marco defendeu numa das intervenções mais vistosas do desafio. Já a fechar o encontro o capitão Pacheco foi expulso porque se excedeu nos protestos…

quinta-feira, 22 de março de 2012

Juvenis: avassaladores internamente e épicos no exterior

O treinador dos juvenis do Santa Clara, Luís Silva, faz um balanço da forma como tem decorrido a época até ao momento.
 
Que balanço faz da participação da nossa equipa de Juvenis no Campeonato Nacional?
O balanço que faço tendo em conta a história das equipas açorianas nesta fase tem que ser positivo e quase épico, pois é raro ver uma equipa açoriana vencer e impor-se nesta fase como nós o fizemos. Por exemplo, esta geração há duas épocas, nesta fase do campeonato de iniciados, não conseguiu qualquer ponto e acabaram com um score de 24 golos sofridos e apenas 1 marcado. Em contraponto, esta época registamos 3 pontos, 3 golos marcados e 13 sofridos, sendo também, na minha opinião, importante perceber que quanto mais subimos na faixa etária, maior é a dificuldade pois a exigência em termos tácticos e da própria intensidade e qualidade individual é claramente superior. Normalmente, a presença nos nacionais é ainda vista como um prémio e existe algum alheamento na discussão das partidas por parte das equipas açorianas. Penso que juntamente com os jogadores conseguimos ultrapassar uma barreira psicológica importante e mudar alguns paradigmas, pois aumentamos as exigências e conseguimos disputar todos os jogos de igual para igual, inclusive com o campeão nacional em título e principal candidato à conquista do campeonato esta época (S.L. Benfica), aliás considerado pela crítica como a equipa mais forte e mais bem organizada dos escalões de formação em Portugal. Penso, assim, que demos um passo importante para a evolução do futebol de formação açoriano e do Santa Clara em particular, pois a nossa vitória serviu, por exemplo, de inspiração para os nossos iniciados nos seguirem as pisadas e conseguirem igualmente uma participação honrosa.
Quando ainda falta um jogo para os iniciados do Santa Clara e três para os juniores do Salão terminarem as suas participações no nacional, registamos, neste momento, a melhor performance, quando, se calhar, tínhamos a tarefa mais complicada. Quando, na época passada, iniciei a minha carreira como treinador principal lancei o desafio ao jogadores de sermos campeões e fazer um excelente nacional, pois este clube já não vencia um campeonato de juvenis há oito anos. Por incrível que pareça, e se nos iniciados com muita frequência e nos juniores com conquistas esporádicas se registam títulos, nos últimos oito anos equipas que tinham ganho com facilidade nos iniciados “ bloqueavam” nos juvenis. No espaço de um ano e meio conseguimos atingir e superar os nossos objectivos.
 
Depois da vitória inicial, ficou a clara sensação de que haveriam condições para somar mais pontos. A este nível, o que falhou?
Obviamente que ganhando o primeiro jogo fora de casa elevamos a fasquia e se ficou a sensação que algo mais poderia ter sido feito, tal se deve ao mérito dos jogadores.
Ficamos com essa sensação porque discutimos os jogos de igual para igual e só não fomos superiores nos detalhes, e esses detalhes, quando existe equilíbrio, é o que decide as partidas.
Por outro lado, a falta de experiência e de tempo para preparar os jogos fez com que não conseguíssemos ser mais competentes nesses mesmos detalhes. O primeiro jogo com o Imortal foi o único que pudemos preparar com as três sessões de trabalho e com a equipa fisicamente ao mesmo nível que o opositor, daí talvez ter sido neste jogo que vencemos e tal não terá sido certamente coincidência. Depois, a partir daí foi recuperar, jogar, recuperar, jogar e obviamente não conseguimos preparar os jogos e criar situações no treino que potenciassem o que se passaria no jogo. É justo também perceber que, embora tenhamos passado a ideia que não existem diferenças das equipas açorianas para as continentais, ainda há muito a fazer e a trabalhar. Por exemplo, tendo como forma de comparação a época passada, o campeão açoriano conseguiu nesta fase um ponto e registou 2 golos marcados e 43 sofridos, e, por exemplo, os nossos juniores que entraram na segunda divisão de juniores conseguiram apenas um empate. Isto mostra as imensas diferenças que ainda existem, mas que os nossos jovens este ano conseguiram disfarçar e contrariar. Obviamente que isso é mérito do trabalho que se iniciou na nossa formação e sobretudo nos nossos atletas, quer juvenis, quer iniciados.
 
Considera que a prestação foi prejudicada pelo quadro competitivo local, no qual fomos obrigados a jogar a cada três dias?
Sobre este tema teria muita coisa a dizer, mas prefiro ter alguma contenção, pois a época ainda não acabou e portanto pede-se prudência nas palavras. Deixo só o conselho para se ouvir a opinião dos treinadores das equipas antes de cada época, pois somos nós que melhor conhecemos as exigências e as dificuldades de um calendário descabido e desajeitado para a nova realidade do futebol moderno. Não podendo dizer o que gostaria sobre este tema, deixo os factos:
Primeiro, só pudemos preparar o jogo com o Imortal, pois a partir daqui jogamos ao fim-de-semana para o nacional e a meio da semana para a Taça Manuel Inácio de Melo, enquanto os nossos adversários do Continente não jogavam e tinham uma semana para descansar e preparar o próximo jogo. Não tenho o mínimo problema em dizer que tendo a equipa com os índices físicos em igualdade com os nossos opositores e com tempo para preparar os restantes jogos teríamos certamente amealhado mais pontos para o futebol açoriano.
Os nossos jovens foram obrigados a fazer nove jogos num espaço de um mês, sendo obrigados a fazer mais três partidas (240 minutos) que Imortal, Benfica e Setúbal, o que obviamente nos colocou em desvantagem.
 
Apesar de tudo, ficou provado que a diferença que nos separa das formações continentais é cada vez mais ténue. Sinal de que cada vez se trabalha melhor na formação nos Açores, ou pelo menos, que se trabalha cada vez melhor no santa Clara?
O Santa Clara com este novo projecto iniciado há quatro anos - que agora começa a dar frutos - teve na minha opinião uma clara evolução e distanciamento para a restante formação em São Miguel, que, penso, ou arrepia caminho ou dificilmente vai conseguir acompanhar-nos. Registe-se o investimento que o presidente Mário Batista e a sua direcção têm feito na formação, uma aposta que já deveria ter sido feita há largos anos, mas que infelizmente anteriores direcções se esqueceram de realizar, deixando a formação ao abandono.
Este investimento é indispensável para fazer a formação crescer a olhos vistos como tem acontecido. O projecto em linhas gerais passou por, numa primeira fase, juntar os escalões de futebol juvenil no mesmo espaço, neste caso em Santo António. Sob a coordenação geral do “homem forte” da formação, o senhor Domingos Viveiros e a coordenação técnica do mister Vítor Pereira começou-se por dar formação técnica a treinadores jovens e ambiciosos que trabalharam de perto com ele e beberam do seu ensinamento, o Mister Pedro Bermonte e eu, em que se definiu um modelo de jogo e de clube para a formação encarnada, sendo que todos os treinadores que neste momento aqui ingressam são primeiro identificados com esta forma de trabalhar como aconteceu por exemplo com o mister Hélio Oliveira que rapidamente se identificou com o processo e com enorme sucesso nos iniciados, e o meu adjunto Bruno Lourenço que chegou este ano ao clube e irá orientar já os iniciados na próxima época. Este modelo definiu uma forma de jogar e treinar condizente com todos os escalões do clube de forma a que o trabalho seja feito numa linha evolutiva desde os iniciados até à equipa B.
O modelo inclui também incutir nos nossos jovens responsabilidade, exigência, valores cívicos, como demonstram as raríssimas expulsões que os nossos jovens registam e um exemplar comportamento dentro e fora de campo condizente com o enorme fair play e respeito mútuo que verificamos quando jogamos com oponentes continentais, contrastando com algumas equipas micaelenses que quando defrontam o nosso emblema se esquecem dos valores cívicos mínimos aceitáveis, acções estas muitas vezes incutidas por dirigentes e treinadores, algo que tem que mudar, pois é a imagem de alguns clubes que fica manchada.
 
Aproxima-se o final da época. Em traços gerais como classifica o percurso feito até ao momento?
A nível “ externo”, se assim quisermos denominar, como já disse, foi fantástico, com uma participação no campeonato regional e nacional de louvar e que nos enche de orgulho. A nível “interno” é ainda melhor e a nossa superioridade até ao momento tem sido completamente avassaladora.
Primeiro, porque antes de começar a época apontaram o União Micaelense como o principal candidato ao título e como sendo a melhor equipa deste escalão. Fui ouvindo e guardando para mim e pedi aos meus jogadores que fizessem o mesmo pois tinha a certeza que éramos de longe a melhor equipa, o que acabou por se verificar. Além de sermos, na minha opinião e da maioria esmagadora da crítica em geral, a equipa mais organizada e a que melhor futebol pratica, vejamos os factos, pois contra factos não existem argumentos: Fomos campeões de São Miguel e dos açores. Consentimos apenas uma derrota, na Lagoa, no último jogo do campeonato em que optamos por fazer descansar a maioria dos jogadores, pois já tínhamos o título ganho. Nos jogos em casa, registamos cem por cento de vitórias até ao momento. Registamos, até esta altura, 23 jogos efectuados, com 20 vitórias, 2 empates e 1 derrota, tendo contabilizado 98 golos marcados e apenas 7 golos sofridos. Com isto, deixo que os números falem por mim. Isto é o reflexo de um trabalho extraordinário realizado primeiro pelos jogadores que são os maiores obreiros do sucesso por acreditarem no meu trabalho e na minha orientação juntamente com o meu adjunto, o mister Bruno Lourenço e o meu director Vitor Melo que são fantásticos, trabalham imenso para o clube e me ajudam todos os dias a ser melhor treinador. Acredito também que só com uma equipa técnica como a nossa, unida e trabalhadora, e com muita qualidade se pode orientar um grupo de jovens rumo ao sucesso.
 
Será possível juntar mais dois troféus aos já conquistados?
Obviamente que quem trabalha no Santa Clara tem que pensar sempre em ganhar todos os troféus e o discurso não poderá ser outro, agora sabemos que não vai ser fácil pois existem equipas com muita qualidade como o União Micaelense, o São Roque, o Operário e o Rabo de Peixe que são legítimos candidatos a disputar connosco estes dois troféus e, de certa forma, tentarem salvar a época no que a troféus diz respeito, pois não sendo o mais importante no processo de formação é obviamente significativo do êxito.
Nós já vencemos os dois troféus mais importantes da época, que eram o campeonato de São Miguel e o dos Açores, mas obviamente gostaríamos de adicionar mais estes dois troféus que embora não tenham a mesma importância não nos retiram o desejo de conquista. Aliás esta geração nunca conseguiu vencer a Taça de São Miguel e portanto os meus jogadores têm esse factor extra de motivação. Para já, conseguimos atingir a final da Taça Manuel Inácio de Melo com um percurso cem por cento vitorioso e, pelo meio, com uma goleada ao União Micaelense por cinco a um e mesmo sabendo que na final iremos encontrar uma equipa forte do Operário, que foi a formação que nos causou mais dificuldades este ano temos o direito legítimo de querer ganhar. Para isso teremos que manter a mesma humildade, qualidade e volume de trabalho efectuado até aqui para poder terminar a época como a começamos, ou seja, ganhando e apresentando um futebol de qualidade. 

fonte/Santa Clara

quarta-feira, 21 de março de 2012

Urgente: troika no futebol

Na segunda-feira a Liga decidiu alargar o campeonato a mais equipas, na quinta-feira a Federação chumbou a proposta de alargamento das competições profissionais de futebol, sem descidas de divisão. Não é a primeira e, seguramente, não será a última grande salganhada do futebol português. Ponto primeiro: O alargamento. Por si só, e apesar de ser questionável que um mísero país como Portugal tenha um campeonato com 18 equipas, o alargamento não levanta questões morais mas pode colocar em causa a qualidade de um campeonato mediano como é o nosso. Dificilmente algum dos chamados “grandes” do nosso futebol conseguiria terminar um dos principais campeonatos europeus nas primeiras três ou quatro posições da tabela, isto para ser simpático. Mais importante ainda é a questão económica. Todos os fins de semana vemos demasiados estádios às moscas, meia dúzia de pessoas a assistir a uma partida da I Liga e menos ainda nos jogos da divisão de Honra. Mais equipas significam mais gente nos campos? Dificilmente. Os únicos emblemas que ainda conseguem arrastar multidões são o Benfica, Porto, Sporting, Guimarães e Braga, este por via do excelente campeonato que tem vindo a fazer, tudo o resto se resume a quase nada. Ora com receitas de bilheteira que mal dão para pagar as contas de água, luz e gás, ainda se vai alargar o campeonato? Ponto dois: A não descida de divisão. Este sim é um aspeto imoral e que, caso ainda venha a ser aprovado, pode ferir a verdade competitiva do campeonato. A oito jornadas do fim anunciar que não haverá descidas de divisão é como dizer a um aluno que não vai chumbar por faltas, nem por excesso de negativas! Por muito que os clubes interessados jurem o contrário a verdade desportiva ficaria indelevelmente posta em causa.E para baralhar ainda mais as contas há o caso Boavista. E se o clube nortenho for recolocado na I Liga? Até agora o Boavista ganhou todos os recursos que interpôs em tribunal. Haverá lugar a novo alargamento? De 18 passaremos para 20 clubes como já aconteceu na época de 87/88?Antes de se pensar em alargamentos e em remendos apressados convinha, isso sim, criar regras e uma entidade reguladora que por elas zelasse de forma impiedosa. Desde logo uma regra que só permitisse a participação nas provas profissionais de futebol aos clubes com as contas em dia. Verdadeiramente em dia, desde ordenados a pagamentos à segurança social e ao fisco. Em Espanha, o PSOE apresentou uma proposta que vai nesse sentido. É que na Espanha de Real Madrid e Barcelona os clubes já devem perto de 80 milhões de euros à segurança social. Em Portugal parece que a troika se esqueceu do futebol. E é pena. 
fonte / AO/ 
disse/ Paulo Simões

Santa Clara é um clube que tem de olhar sempre para cima

Apesar dos dois últimos resultados menos positivos, o lateral esquerdo Nelson diz que a nossa equipa deve continuar a pensar em encurtar distâncias para os primeiros.
 
Depois de seis resultados positivos, o Santa Clara somou no passado domingo, frente ao Desportivo das Aves, a segunda derrota consecutiva, num jogo em que a nossa equipa acabou por pagar um preço elevado por uma primeira parte menos conseguida.
Em conversa exclusiva com o site do cube, o lateral esquerdo Nelson considera que “este foi um resultado menos bom. Claro que, neste momento, ainda há coisas que estão na nossa cabeça, como os momentos negativos, mas também os positivos, nomeadamente aqueles que foram conseguidos no segundo tempo, altura em que, na realidade, estivemos melhor no jogo. Resta-nos ultrapassar isto e pensar já no próximo jogo, frente ao Trofense, que irá ser muito importante para a nossa equipa”.
O atleta não se escusou a abordar a qualidade do grupo de trabalho, referindo que teve oportunidade de “no início de época dizer que este plantel é mais equilibrado do que o da temporada anterior, até porque há mais jogadores para cada posição, há atletas polivalentes e sinto que há, na realidade, mais competitividade entre nós todos”.
Assim, considera, “os 28 pontos que somámos não correspondem à qualidade deste plantel”, destacado, todavia, que “de um ano para o outro ficaram somente sete ou oito jogadores, o que fez com que tivéssemos construído uma equipa nova. Neste momento, estamos numa fase menos boa, mas tivemos seis resultados positivos, antes das duas últimas derrotas. O que me parece é que a nossa equipa é forte e tem valor. Se calhar, contudo, em algumas alturas temos revelado alguma inexperiência, mas isto ganha-se é com os jogos e com as rotinas. A juntar a isto, penso que nos tem faltado alguma sorte, factor que foi evidente nomeadamente nos últimos dois jogos”.
Sobre a aproximação aos lugares perigosos da tabela classificativa, Nelson diz que “o Santa Clara é um clube que tem de olhar sempre para cima. Realmente, estamos numa posição mais próxima dos lugares de descida do que dos primeiros, no entanto, temos todos de pensar que para cima é que é o caminho e que estamos a quatro pontos do sexto lugar. Neste momento, deveremos pensar em encurtar a distância para os primeiros, sem pensar naqueles que estão atrás de nós”.
A terminar, o lateral esquerdo afirma que “os próximos jogos são muito importantes”, lembrando que a Segunda Liga é o campeonato mais competitivo em Portugal, com jogos que se decidem num ou outro pormenor. Em algumas partidas temos falhado em momentos fulcrais e, depois, acabamos por ser penalizados por um ou outro erro cometido”.
Consciente, Nelson diz que “o mais importante agora é pensar jogo a jogo. O próximo é com o Trofense e é nele que devemos estar concentrados. Depois, pensaremos no próximo e assim sucessivamente”.
O Santa Clara desloca-se à Trofa no próximo domingo, num jogo cujo início está agendado para as 15h00 dos Açores. 

fonte/stª Clara

segunda-feira, 19 de março de 2012

Um treinador incompetente e sem nivel!


Meus amigos, está visto uma coisa: BM vai sair no final da época a provavelmente irá para adjunto de Vitor Pereira!! Acham que esse paspalhoo desse treinador está minimamente preocupado com o futuro do sta clara?!?!?! Pra ele, se o Sta Clara for parar à 2B ou ficar na Liga Orangina é a mesma coisa! Salta à vista que ele está a contar os dias para se ir embora... está claramente à espera da ultima jornada do campeonato para se por na alheta!! E meus amigos ou muito me engano ou o nosso clube pro a no estará na 2B tudo por causa de um treinador incompetente e sem nivel! Um treinador que vem pra comunicação social dizer que vai embora quando a equipa ainda não conseguiu a manutenção é de bradar aos céus... é mesmo de baixo nível!! E pior é que o noso presidente ainda lhe deu umas palmadinhas nas costas do tipo "temos muita pena que vás embora porque tu serás um dos melhores treinadores em portugal"" Desculpe??? Além de termos um treinador de fraco nivel, temos um presidente que anda literalmente a dormir!! Alias, não sei o que se passa na cabeça dos dirigentes do clube para continuamente elogiarem o trabalho do BM?!?! Mas anda tudo louco?!?!? Com um plantel de qualidade e que tinha tudo para estar a lutar pela subida, estarmos com a corda ao pescoço é mesmo incrivel para não dizer aberrante!!! Tudo por culpa de uma direcção que anda a dormir e de um treinador maniento e arrogante que de futebol percebe pouco!!! Estamos a entrar na recta final do campeonato e ou muito me engano ou vamos descer de divisão!!! E depois quero ver o que vai acontecer a este clube! Fecha as portas seguramente atolado em dividas e em crise!! E Bruno moura estará a rir -de de nós como tem feito desde que chegou à ilha!! Mandem embora esse gajo antes que ele enterre o nosso clube!!! Se isso acontecer, prevejo que o maior clube dos açores fechará as portas para sempre! Com muita pena minha e de quem sofre com a situação do clube! Bruno Moura se fosse um homem com H grande, demitia-se porque ele já viu que ninguem gosta dele a não ser os elementos da direcção!!! Uma vergonha do tamanho do mundo o que passa no sta clara!!
Tiago Oliveira
19 Março, 2012

(video)Santa Clara 0 Dsp. Aves 2



Derrota caseira frente ao Desportivo das Aves recoloca o Santa Clara a três pontos dos lugares de descida. Encarnados rubricaram uma exibição apática e faltou-lhes determinação para reagirem à madrugadora desvantagem.
Ainda alguns espectadores procuravam o melhor lugar nas bancadas e já Quinaz oferecia a Pires o primeiro golo do Desportivo das Aves no confronto com o Santa Clara. Logo aos dois minutos os forasteiros colocavam-se em vantagem com o contributo da defesa encarnada que ficou estática a ver jogar.
O filme repetiu-se na segunda parte, aos 59 minutos, quando Pipo perdeu a bola num movimento ofensivo e na sequência do rápido contra-ataque Pires apareceu na área a ganhar sobre Sandro e a rematar sem hipóteses de defesa para Stefanovic. Dois momentos que decidiram o jogo e que colocaram a nu a apatia dos encarnados.
O Santa Clara perdeu por 0-2 no desafio da 23.ª jornada e deve o desaire a si próprio pois nunca foi uma equipa capaz de se igualar ao actual segundo classificado. Faltou garra, determinação e muita criatividade ao colectivo de Ponta Delgada que pecou por praticar um futebol lento, previsível e sem criatividade.
Só na segunda parte é que se viu o esboço de uma reacção mas curta para fazer perigar a confortável vantagem do Desportivo das Aves. Nas poucas ocasiões de golo criadas, Marafona opôs-se com segurança aos dois remates de Moreira, o segundo um remate de bicicleta que proporcionou ao guarda-redes contrário a defesa da tarde.
Depois desta derrota, a segunda consecutiva, a formação de Bruno Moura mantém o nono lugar mas perdeu vantagem para quem segue mais atrás e está de novo a escassos três pontos dos lugares de despromoção.

domingo, 18 de março de 2012

O que por aqui se passa






































Santa Clara 0 D. Aves 2

O Santa Clara perdeu 0-2 frente ao Desportivo das Aves, na partida que fechou a 23.ª jornada da Liga Orangina
Dois golos de Pires, um em cada metade do jogo, deram mais três pontos aos avenses que seguem na segunda posição do campeonato.
O Santa Clara, que fez uma das piores exibições da temporada, somou a segunda derrota consecutiva 



fonte/ AO

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