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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Acredito no trabalho de Bruno Moura e acredito que a equipa poderá crescer nos próximos jogos...

1. Apesar de estarmos ainda numa fase muito prematura da temporada futebolística, penso já ser possível fazer uma breve análise ao plantel do cd santa clara versão 2010-2011.
 Antes de mais, foi com algum desagradado que vi partirem jogadores de qualidade que faziam parte do plantel do ano passado, a começar pelo seu treinador (Vitor Pereira) e passando por jogadores indiscutíveis, tais como Danilo, João Dias (não sei o que faz na 2liga, merece claramente palcos maiores), Hernani, Stopira, Oliveira (jogador de 1liga), Nuno Santos, Ruy Neto,Tatu, Rincon, Valter, etc. 
Não me lembro de termos um plantel tão forte e tão coeso como o do ano passado e só não subimos de divisão por muito azar e por, mais uma vez, termos claudicado nos últimos 4/5 jogos. Enfim.. o passado já lá vai e agora há que olhar para o presente e para o futuro.
2. E o presente chama-se Bruno Moura
Tenho acompanhado, como sempre, toda a actualidade do clube do meu coração quer através da internet (o site do clube está de parabéns pela excelência das notícias e pela qualidade fotográfica) quer através de notícias dos jornais e da tv. Pelo que me apercebi fizemos uma boa pré-epoca com algumas vitórias moralizadoras e muita gente nova a querer mostrar serviço. No entanto, a pré - época, na minha opinião, não vale absolutamente nada . Podíamos ganhar todos os jogos e entrar no campeonato a perder, por isso, os jogos de pré - época servem essencialmente para testar um modelo de jogo (táctica adequada às características dos jogadores) e para afinar esse mesmo modelo. Já se percebeu que o técnico Bruno Moura é adepto do 4-4-2 losango e que este modelo de jogo (não sou grande adepto do losango!!!) serve sobretudo para dar consistência ao miolo do terreno mas necessita de laterais ofensivos que possam dar largura ao jogo e servir, através de rápidas transições pelos flancos, os 2 avançados da equipa. 
No entanto, no único jogo que assisti "ao vivo" até ao momento (jogo com o Estoril para a Taça da Liga) deu para ver que o losango não funciona nesta equipa (posso estar enganado, mas fiquei com essa impressão!!) porque não temos laterais ofensivos e porque o jogo a meio - campo fica muito confuso e sem ideias. A equipa, no referido jogo, melhorou substancialmente quando, na 2parte, a equipa passou a jogar com 2 médios flanqueadores e com Renan e Balde no centro do ataque. Com esta mudança táctica, a equipa ficou mais perigosa e jogou um futebol mais bonito e vistoso.
3. Quando tivermos todos os jogadores à disposição (falo de Ilic, Pacheco, Gabi e Jeferson, que recuperam de lesões) associado aos novos reforços de última hora, sobretudo o experiente Fajardo, que penso ser uma boa contratação para dar consistência ao meio campo, podemos melhorar o futebol praticado nos últimos jogos. A equipa ainda está muito "verdinha", os jogadores ainda se estão a conhecer uns aos outros mas penso que o futuro poderá ser risonho. Acredito no trabalho de Bruno Moura e acredito que a equipa poderá crescer nos próximos jogos se, perdoem-me a insistência, o treinador optar por um sistema táctico que explore os flancos e não afunile as jogadas ofensivas pelo meio do terreno, como tem acontecido nos últimos jogos. Apesar de ser prematuro afirmar qual o sistema táctico de eleição, gostaria de ver esta equipa a jogar em 4-1-3-2. 
Na baliza, Ney não oferece garantias de segurança e quando nos lembramos dos erros cometidos no ano passado, eu fico com a sensação que a baliza não está bem entregue. Temos Matt Jones que mostrou no ano passado que é uma boa alternativa. É um jovem que mostrou por diversas vezes que tem qualidade para ser o número 1 da baliza. Entre Ney e Matt Jones, eu escolho Matt Jones.
Na defesa, penso ser o grande problema desta equipa. Temos 2 centrais (Diogo Silva e Edgar) que, até agora, não mostraram ser sólidos e seguros no centro da defesa. Vi-os jogar com o Estoril e não gostei das prestações destes 2 jogadores. Na minha perspectiva, são lentos e revelam alguma insegurança quando pressionados ou quando apanham jogadores rápidos. Estou curioso relativamente ao "gigante" Ilic e a uma possível passagem de Fabeta para o centro da defesa (a sua posição de origem). Acho, também, que Tengarrinha poderia jogar no centro da defesa. Nas laterais, penso que Vitor Alves e Nélson oferecem boas garantias. Vitor Alves deu provas, o ano passado, que é um bom lateral direito e que não compromete. Na esquerda, Nélson é um jogador experiente e que tem dado mostras do seu valor. Tendo em conta esta minha análise eu colocaria este quarteto defensivo: Vitor Alves, Fabeta, Ilic e Nelson.
No meio - campo, penso ser a zona do terreno onde temos mais escolhas e onde a experiência de Fajardo e de Pacheco (complementado com a irreverência de Alex e Monteiro) poderá ser decisiva no futuro. Tenho gostado de ver Renato a trinco. É um jogador muito jovem mas que tem feito bons jogos a trinco (gostei da segurança e da determinação deste jogador no jogo contra o Estoril) e nos lances de bola parada (como demonstrou no jogo com o Arouca) poderá ser perigoso. Para esta posição de médio defensivo, há ainda Tó Miguel e Tengarrinha. Por aquilo que tenho visto nos únicos jogos até agora realizados, a minha escolha recai em Renato. Para jogar como médio organizador, temos também 3 ou 4 escolhas. Falo de Pacheco, Gabi, Bruno Monteiro e Jefferson. Esta posição é, porventura, a posição mais importante do meio campo e por onde passa todo o futebol ofensivo da equipa. Pelos relatos que ouvi, quem tem assumido esta posição tem sido Tengarrinha. Este jogador não está habituado a jogar a médio ofensivo (a sua posição de origem penso ser a de central) e tem-se visto que a equipa a meio campo revela algumas falhas na construção do jogo ofensivo e isto deve-se, fundamentalmente, à ausência de um jogador criativo e que consiga ser rápido nas transições ofensivas. O ideal seria termos o "pequeno- grande" Oliveira mas uma vez que já não o temos (com muita pena minha e da maior parte dos adeptos do santa clara) penso que essa posição (número 10) já tem dono: Pacheco. O nosso capitão e açoriano de gema já mostrou à 2 anos atrás que merece um lugar no meio campo e que este ano será o ano de Pacheco. Não tenho a mais pequena dúvida. Considero, aliás, que a equipa não tem produzido um futebol mais consistente e eficaz devido, principalmente, à ausência do nosso capitão a comandar as operações a meio- campo. Só desejo que recupere depressa da lesão e que já seja opção para a dificil deslocação a Matosinhos.
Relativamente aos jogadores para jogar nas alas, aposto em Monteiro (direita) e Fajardo (á esquerda). Pelo que vi no jogo contra o Estoril, Monteiro é um jogador rápido, explosivo e que tem dado mostras de ter sido uma boa aquisição. Não vi o jogo com o Arouca mas pelos relatos de alguns adeptos, Monteiro está em boa forma e tem criado inúmeras situações de perigo. Além disso, também me apercebi que é responsável pelas bolas paradas. Sendo assim, acho que deve continuar na equipa. Em relação a Fajardo, a sua experiência de 1Liga poderá ser determinante neste plantel. É um jogador que dispensa apresentações e que, quando estiver em pleno, penso ser uma mais-valia no meio campo. Já passou por clubes de nomeada (Belenenses e Guimarães) e tendo em conta que este plantel tem uma média de idades relativamente baixa, é um jogador imprescindível no onze base.
No ataque, 2 nomes a reter: Moreira e Rennan. São 2 bons avançados que pelo facto de serem jogadores com características diferentes (Moreira é mais móvel e Renan mais fixo) podem formar uma das melhoras duplas de ataque desta liga. Quando esta dupla estiver calibrada, penso que poderá dar muitas alegrias aos adeptos do clube. São dois goleadores e que juntos podem fazer mossa nas defesas contrárias. Além disso, Renan joga melhor quando está acompanhado na frente de ataque (um pouco à imagem de Cardoso no Benfica) e Moreira é um jogador muito rápido que poderá aproveitar as brechas na defesa e os espaços concedidos pelo seu parceiro de ataque. Eu tenho muita confiança nesta dupla de ataque e, apesar de termos perdido Leandro Tatu e Rincon, considero que Moreira e Renan podem ser 2 nomes a reter nesta Liga Orangina. A ver vamos!!!
Sendo assim e pelo que tenho visto até agora, eu colocaria este onze: Matt Jones, Vitor Alves, Fabeta, Ilic e Nélson; Renato; Monteiro, Pacheco e Fajardo; Renan e Moreira.
4. Não podia deixar de falar em 2 nomes em relação aos quais nutro algum respeito por tudo aquilo que deram ao clube e por tudo aquilo que representaram enquanto profissionais deste clube. Falo de João Botelho e de Nuno Sociedade. Foi com alguma tristeza que vi a saída destes 2 jogadores. Além de serem açorianos, representavam a mística e o amor a este clube. Se relativamente a Nuno Sociedade, a sua saída deveu-se a questões pessoais e até profissionais (empresa de contrução civil), a saída de João Botelho penso que foi mal explicada. Até hoje ainda não se percebeu se foi Botelho que quis sair ou se foi o clube que prescindiu de Botelho. Sinceramente, como adepto do Santa Clara, gostaria que alguém me explicasse os contornos da sua saída do clube. Não se esqueçam que Joao Botelho cresceu no Clube Desportivo Santa Clara e representou o clube desde os infantis até aos seniores. Era, porventura, o único jogador do plantel profissional do ano passado que passou por todos os escalões de formação do clube e que jogava (não tenho a mais pequena dúvida) com amor à camisola!! Algo cada vez mais raro nos tempos que correm!!
Amigo João Botelho, não sei o clube que vais representar esta época, mas desejo-te toda a sorte do mundo! Era bom que ninguém se esquecesse que João Botelho foi internacional sub-21 á relativamente pouco tempo e que ainda tem uma longa carreira pela frente. Só tenho pena que não possa continuar essa brilhante carreira à frente do clube do seu coração!!
Tiago Oliveira

fotos - RBOF





Santa Clara contrata Brigues, Anderson e Fajardo


Lesões no plantel e a necessidade de reequilibrar alguns sectores motivaram os reajustes efectuados. Reforços cumprem o primeiro treino nesta terça-feira, dia 31.
A Comissão de Gestão do Santa Clara reforçou o plantel com três novos jogadores que vêm equilibrar as opções no grupo que é orientado por Bruno Moura. As lesões e a identificação de algumas lacunas motivaram o reajuste agora efectuado.
Filipe Brigues, defesa-direito de 20 anos, é um dos três reforços garantidos pelo Santa Clara. O lateral vem para o nosso clube cedido a título de empréstimo pelo Vitória de Setúbal, com contrato válido por uma temporada.
Igualmente para o sector defensivo, mas para o flanco esquerdo, o Santa Clara contratou Anderson, lateral brasileiro que na época transacta se destacou ao serviço do Sertanense, o mesmo clube de que é proveniente Platini.
O meio-campo também foi alvo de atenção e a Comissão de Gestão do Santa Clara chegou a acordo com Fajardo, um médio ofensivo de 31 anos que fez carreira em clubes da I Liga, mais concretamente na Naval, Guimarães e Belenenses.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Na abertura da nova época...

Uma opinião anónima

Gostava de acreditar na subida mas este ano não acredito. Penso que temos uma equipa com algum potencial mas este ano não penso que vamos muito mais longe do que a luta pela não descida.
Vejam os outros candidatos.
 O Leixões manteve uma boa base e contratou alguns dos melhores jogadores da II Liga (roubou nos três jogadores).
O Gil Vicente foi buscar a estrutura que há 3 anos quase que subia de divisão e parece que ainda foi buscar bons brasileiros pelo que li nas crónicas.
O Aves manteve os melhores jogadores e reforçou se com jogadores experientes e alguns vindos da I Liga.
O Feirense praticamente manteve toda a equipa do ano passado com bons reforços.

Como vamos nós competir com essas equipas com esta equipa?

O Vitor Alves e o Fabeta nem jogavam o ano passado. 
O Diogo Silva idem aspas. 
O Edgar lutou para não descer até à última jornada.
O Renato era júnior
O Bruno Monteiro nem jogou o ano passado e há dois anos desceu de divisão
O Alex era júnior
O Platini jogava no Sertanense
O Monteiro esteve com o Edgar no Covilhã. 
O Baldé era júnior.

Temos equipa para subir? Não me parece.

Chamada de atenção...

Ex-mo. Senhor Gonçalo Cordeiro, tenha muita atenção nas suas intervenções a respeito desta claque.
-passada sexta feira: as paredes têm ouvidos, já agora se fez as perguntas porque não as publicou? 

resultados e classificação da Liga Orangina

Lutar para não descer

O Santa Clara entra com um empate a 1 bola cheirando a primeira derrota da época na liga Orangina, não fosse o poste a salvar.

Falta de frescura física condiciona o Santa Clara a ver o outros jogar.

Baldé tem que jogar de inicio, temos de entrar a matar,  não esperar pela ponta final do jogo.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

PARABÉNS ALEX


Nome - Alexandre Henrique Gonçalves de Freitas (ALEX)
Numero -  28
Posição - Médio
Nacionalidade - Português
Data nascimento – 27-08-1991
Idade – 19
Peso – 78 kg
Altura – 178

Membros Red Boys on Fire em Guimarães






Grupo de Açoreanos (Ilha de S. Miguel), que apoiaram o Vitória durante os noventa minutos.
QUEM É TÊ PÁ - QUEM É TÊ PÁ

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

claque com dias contados

É verdade amigos, a nossa claque está com os dias contados, o futuro da mesma passa por uma série de assuntos pendentes a já muito tempo, não dá mais para esperar, assuntos terão de ser resolvidos muito em breve, caso contrário será mais um projecto que fica pelo caminho.é como diz um anónimo o líder da claque é muito fraquinho e não tem culpa de assim o ser.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Merecíamos mais


O empate do nosso Santa Clara, na tarde de ontem, frente ao Varzim sabe claramente a pouco. E sabe a pouco por duas razões: a primeira porque, felizmente, estamos habituados a vencer. A segunda porque a equipa mereceu claramente ganhar.
Foi o primeiro jogo do Santa Clara em casa, esta época, e a expectativa era grande. O grupo de trabalho apresenta uma enorme mudança e o treinador também é novo. Pelo que se viu, há razões para acreditar numa boa temporada. A equipa apresenta bons valores individuais e já mostra algumas rotinas bem agradáveis de jogo. Jogadores como Monteiro, Edgar, Fabeta, Moreira, Baldé e Alex mostraram que são claramente reforços.
A postura de Bruno Moura no banco também é bastante saudável. O técnico gesticula e dá indicações constantes para o campo, ou seja, é bastante interventivo. É o que se pede no futebol moderno. O treinador tem de viver o jogo e saber mexer no mesmo. Ontem, Bruno Moura fez isto e quase ganhou a partida com as alterações vindas do banco. A cabeçada de Baldé a rasar o poste e o remate à trave de Alex, já no último minuto, são a prova de que os jogadores vindos do banco se revelaram uma aposta acertada do treinador. Não fosse a falta de sorte e talvez agora alguns adeptos estivessem menos cépticos. Da minha parte, depois do que vi, acredito que há razões para voltar a sonhar com algo de muito positivo. E não é a eliminação de uma competição que me mudará a opinião.
O Santa Clara, apesar de ainda estarmos no início de época, já mostrou princípios muito sólidos daquilo que poderá fazer ao longo do campeonato, a começar já frente ao Arouca, no Estádio de S. Miguel, no próximo domingo.
Bruno Moura tem vários planos. Pode jogar em 4x4x2 ou em 4x3x3 que a equipa responde. O seu único pecado terá sido encostar Monteiro, na segunda parte, à direita. O jogador foi sempre o grande municiador do jogo encarnado e perdeu influência quando foi para a direita do meio campo. Mas, também, a verdade é que quando aconteceu a mudança, a frescura física do atleta já não era a mesma.
No entanto, e apesar de tudo, saí do Estádio de S. Miguel satisfeito. Não pelo resultado, mas pelo que vi. Este Santa Clara vai voltar a ser grande, vá dar muito trabalho aos adversários e, com mais uma ponta de sorte, poderá ser capaz de nos voltar a fazer sonhar.
Pena é que poucos acreditem nisso. Voltou a ser confrangedora a moldura humana do Estádio. Onde anda esta gente? É que o dia nem estava para grandes mergulhos. Urge que as pessoas regressem ao campo, que apoiem, que aplaudam e que vibrem com o nosso Santa Clara. Se tal não acontecer, as coisas vão ser mais difíceis. O Estádio de S. Miguel tem de voltar a ser um inferno para árbitros e adversários. Neste momento, não passa de um cordeirinho.
p/ferreira

A trave e a falta de sorte impediram o apuramento

Santa Clara teve duas bolas nos ferros a remates de Renan e Alex.Produção ofensiva da nossa equipa merecia melhor sorte na finalização.
 
A equipa sénior do Clube Desportivo Santa Clara foi eliminada na primeira fase da Taça da Liga após empatar, a zero, na recepção ao Varzim. A nossa formação precisava vencer e esperar que o Estoril empatasse ou perdesse para poder ascender ao segundo lugar do grupo C.
Não foi por falta de oportunidades que o Santa Clara não conseguiu o desejado triunfo pois logo no primeiro minuto Monteiro deu o mote com um remate de primeira para defesa apertada de Avelino. Pouco depois, o mesmo Monteiro cobrou um livre estudado em zona frontal, surgindo Moreira ligeiramente atrasado para o desvio fatal.
A entrada forte no encontro dava a entender que a nossa equipa iria chegar ao golo mais cedo ou mais tarde, conseguindo Moreira colocar a bola no fundo das redes à passagem do minuto dez, golo que foi anulado pelo árbitro por pretensa falta sobre o guarda-redes varzinista.
Comandando as operações sobre um opositor que não conseguia carrilar futebol de ataque, as ocasiões de golo junto à baliza de Avelino iam-se sucedendo. A mais flagrante no primeiro tempo aconteceu ao minuto 18 quando Renan rematou ao poste e na recarga Edgar viu o guardião contrário efectuar uma defesa de recurso.
O futebol apoiado do Santa Clara criava desequilíbrios mas faltava sorte na finalização. Foi então que os jogadores tentaram os remates de meia-distância como alternativa mas nem assim Tengarrinha, Renan e Monteiro foram bafejados pela sorte.
O nulo ao intervalo era resultado lisonjeiro para o Varzim porque a nossa equipa já tinha criado oportunidades em número suficiente para resolver a partida a seu favor. O segundo tempo não foi diferente, ou seja, sempre mais Santa Clara perante um oponente que só no primeiro minuto levou perigo numa jogada individual de Rui André.
Sempre à procura da vantagem no marcador como forma de alcançar a qualificação para a segunda fase da Taça da Liga, só faltou um pouco de sorte para o sucesso alcançar. Aos 74 minutos Fabeta tirou um cruzamento bem medido para Baldé cabecear ligeiramente ao lado e no último minuto Alex acertou em cheio na trave após trabalho de Baldé. A sorte protegeu a baliza do Varzim num jogo dominado e controlado pelo Santa Clara. Com arbitragem de Diogo Santos, o Santa Clara alinhou com: Ney; Fabeta, Diogo Silva, Edgar e Nelson; Renato, Jeferson, Tengarrinha (Alex, 63) e Monteiro; Moreira (Bruno Monteiro, 76) e Renan (Baldé, 61).

Nulo castiga as duas equipas que estão fora da Taça da Liga

O Santa Clara está fora da Taça da Liga, após o empate a zeros, ontem à tarde, frente ao Varzim, em jogo da terceira jornada da competição. Naquela que foi a estreia dos encarnados de Ponta Delgada perante o seu público - pouco mas muito ruidoso - a formação de Bruno Moura mostrou atitude e vontade de querer vencer, com o objectivo de se manter na competição, pese embora que mesmo que tivessem os encarnados vencido, teriam que esperar pelo resultado do outro jogo do Grupo C (onde estavam incluídos), que veio a não ser favorável. De qualquer das formas, apesar do empenho das duas formações que ontem estiveram no Estádio de São Miguel, qualquer uma delas acabou por ser eliminada da prova. Ainda em fase de construção, porque quase toda a equipa é nova, o Santa Clara foi a primeira a criar perigo. Decorria ainda o primeiro minuto do jogo quando Monteiro leva Avelino a uma defesa complicada. A formação da casa pressionava a defensiva adversária e aos 19 minutos, Renan teve nos pés o primeiro golo, rematando ao poste e, na recarga, Edgar leva o guardião a defender para canto. Avelino viria a lesionar-se e a ter que ser substituído, o que veio a acontecer aos 31 minutos. Até ao final da primeira parte, o Varzim não criou grandes oportunidades, nem deu muito trabalho a Ney. No segundo tempo, o Varzim entrou mais rápido em termos de ataque, todavia, tal como o Santa Clara, pecou na finalização. As duas equipas criaram algumas oportunidades, mas nada de flagrante até aos 74 minutos, e para o Santa Clara, por intermédio de Baldé que de cabeça atirou ao lado. A vontade persistia e num passe de Baldé, Renato rematou para Ricardo Neves segurar. O Varzim respondeu aos 91 minutos, mas o jogo viria a terminar com um boa oportunidade da formação da casa. No último minuto do encontro, Alex isolado remata forte para defesa do guardião do Varzim. O trio de arbitragem de Aveiro, chefiado por Diogo Santos, esteve regular. Agora o Santa Clara prepara-se para a nova época na Liga Orangina, que tem o seu início no próximo domingo, altura em que recebe o Arouca, a partir das 16h00, na ronda inaugural da competição. • “Temos que trabalhar mais a finalização”, diz Bruno Moura “Entrámos fortes no jogo. Tivemos logo duas/três situações em que o golo esteve à espreita e, por demérito nosso e também por algumas boas defesas do guarda-redes adversário, não conseguimos fazer. Na primeira parte não me lembro de um lance perigoso do Varzim. Na segunda parte procurámos outras soluções, jogar com uma linha de quatro e com dois avançados na frente. Ainda assim, o Varzim teve apenas uma oportunidade de golo na segunda parte, porque estávamos um pouco desequilibrados. Mas, nós tivemos três oportunidades claríssimas. Temos que trabalhar ainda mais a finalização” 
AO.Susete Rodrigues

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Alex supera a ansiedade com a vontade de jogar

Médio natural da Madeira diz-se adaptado à ilha de São Miguel e pensa na subida à Liga Zona Sagres como forma de valorização colectiva e individual.
 
Alex foi dos últimos reforços a integrar o plantel do Clube Desportivo Santa Clara mas ao fim de três semanas de trabalho o jovem internacional sub-20 está pronto para começar a dar o seu contributo à equipa, caso o treinador, Bruno Moura, assim o entenda.
A viver a primeira experiência no futebol sénior profissional, Alex sente-se preparado para corresponder às expectativas que sobre ele são depositadas, ele que é uma das jovens promessas do futebol português. «Estou preparado para jogar. Sinto alguma ansiedade, é verdade, mas a vontade de jogar é maior. Tudo depende das opções do treinador», começou por dizer.
O jovem médio reconheceu que é na posição de «extremo» que se sente mais à vontade, mas tendo em conta que o actual sistema táctico da nossa equipa não contempla muito esse lugar, realçou a disponibilidade táctica para «actuar como médio interior e médio centro», para além de também poder jogar como «defesa-esquerdo em situações de último recurso».
Natural da Madeira, o jovem que no próximo dia 27 completa 19 anos, não sentiu dificuldades na adaptação a São Miguel. «A adaptação tem sido fácil porque sou natural da Madeira e o facto de ser insular ajudou na minha integração», salientou.
Na primeira época como sénior, Alex encontra no Santa Clara a ambição colectiva que entronca na pessoal. «Aqui todos pensam na subida e julgo ser um objectivo atingível. Quero ajudar o máximo nessa meta para valorizar o clube e também sair valorizado», apontou.

Santa Clara define preços dos bilhetes

Os encarnados realizam a sua primeira partida oficial em casa, esta época, já no próximo domingo.


Os dirigentes do Santa Clara já definiram os preços dos bilhetes para o jogo do próximo domingo, frente ao Varzim, a contar para a Taça da Liga.
Naquela que será a primeira partida oficial em casa desta época, os ingressos terão os seguintes custos: senhoras (dois euros), titulares do Cartão Jovem (quatro euros), bancada central para não sócios (dez euros), bancada central para sócios (cinco euros) e bancada superior (7,50 euros).
Refira-se que a partida frente ao Varzim reveste-se de fulcral importância para os encarnados, que ainda procuram o apuramento para a próxima fase da Taça da Liga.
Para isto, o
 Santa Clara terá de vencer e esperar ainda pelo resultado do outro jogo do grupo, a disputar entre Oliveirense e Estoril, em Oliveira de Azeméis.
Com tudo em aberto, os dirigentes, equipa técnica e jogadores encarnados esperam que o Estádio de S. Miguel possa registar uma boa moldura humana. O jogo está agendado para as 16h00 do próximo domingo.
JornalDiario 
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Bom Dia

Bom dia a todos os que nos visitam, o lema de hoje é a boa disposição, JOGAR COM ALEGRIA É O QUE DEZEJAMOS, VAMOS LÁ RAPAZES, SEJAM ALEGRES NO QUE FAZEM.

VIVA O DESPORTO
VIVA O SANTA CLARA
VIVA OS RED BOYS ON FIRE
VIVA OS AÇORES
VIVA AOS AÇOREANOS
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Gabi aponta a evolução como caminho para a vitória

Médio acredita no triunfo sobre o Varzim e na qualificação para a segunda fase da Taça da Liga. Jogos desta competição vão dar entrosamento ao colectivo tendo em vista o campeonato.
 
A equipa sénior do Clube Desportivo Santa Clara perdeu o jogo com a Oliveirense (2-1), referente à primeira jornada da Taça da Liga, empatou o segundo, com o Estoril (1-1) e quer vencer o terceiro, com o Varzim, para seguir em frente na competição. A partida do próximo domingo, dia 22, é de primordial importância para a continuidade na prova e pelo pensamento dos jogadores não passa outro cenário que não seja o da qualificação.
A confiança no apuramento é atestada por Gabi. «O nosso objectivo é vencer a partida da terceira jornada da Taça da Liga porque pensamos sempre na vitória e porque precisamos do triunfo para irmos mais além na prova. Penso que temos condições para triunfar porque os resultados demonstram que estamos a evoluir de semana para semana», disse.
O médio, um dos capitães eleitos para a temporada 2010/11, recorda que o colectivo de Bruno Moura ainda está em fase de aprendizagem e como tal nem tudo sai tão bem quanto se pretende. «Mudou muita coisa de uma época para a outra mas estamos a ter uma evolução positiva. As coisas precisam de tempo para serem assimiladas», observou.
Domingo, no estádio de São Miguel, Gabi acredita que o Santa Clara vai apresentar-se num patamar de qualidade superior ao verificado nos últimos dois encontros mas isso não significa uma diminuição das dificuldades que o Varzim deverá colocar porque «é um opositor que por norma é sempre complicado pois apresenta boas equipas de ano para ano e pratica bom futebol, apoiado e atractivo. Mas acredito que vamos vencer pois temos capacidade para o fazer».
Sem afastar o desejo de qualificação para a fase de eliminatórias da Taça da Liga, é no campeonato da Liga Orangina que o nosso clube concentra atenções. Daí que estes desafios também sirvam para afinar mecanismos tendo em vista a recepção ao Arouca, no dia 29. «Estes jogos da Taça da Liga também nos permitem melhor preparar o campeonato. São desafios que nos vão ajudar a entrar nessa prova com muito mais ritmo e entrosamento», realçou.

Olha que bela sala de visitas!

Passou mais um defeso e o Estádio de S. Miguel permanece na mesma. Aquela que é tida como a sala de visitas do futebol açoriano é, na minha opinião, uma autêntica vergonha. Quando se gastam milhares de euros em tantas coisas, é incompreensível como nada se faz naquele local. Uma pintura, uma lavagem nas cadeiras era o mínimo exigível. Mas a verdade é que a vergonha continua. No entanto, o que na verdade o espaço precisava era de uma reforma de alto a baixo. Fala-se em cobertura integral. Pois bem, venha lá ela. Quando? Não se sabe, pois claro. Os torniquetes, também, nem vê-los. A sala de imprensa, pois esta continuará a chover lá dentro. A zona de entrevistas rápidas continuará ali mesmo junto aos balneários, tendo os operadores de câmara de ter cuidado para não apanharem ninguém com as cuecas na mão. Enfim, só visto.
A culpa, desengane-se quem pensa o contrário, não é do Santa Clara. O Estádio é da tutela do poder público e não dos encarnados. Penso que estará na hora de intervir ali e a sério e não só para inglês ver. Os amantes do futebol em S. Miguel merecem. Não se pode ir ao futebol e regressar a casa todo molhado e sujo. É que só o simples acto de sentar numa daquelas cadeiras é sinónimo de calças para a máquina de lavar. Mas será que ninguém vê isso. Pois claro, os importantes vão para a tribuna, que também ela é deplorável. Mas, contudo, sempre dá para ficar abrigado e limpo. Quanto ao “Zé povinho”, bem este se quiser ver o Santa Clara a jogar em casa terá de fazê-lo naquele chiqueiro em que se transformaram aquelas bancadas.  
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Se algum dia...

Se algum dia não vires as nossas bandeiras,
Se alguma dia o tambor não tocar,
Se algum dia a nossa voz tu não ouvires
Então santa o mundo vai acabar!

Se algum dia se apagar a nossa chama,
 Se algum dia a força nos faltar,
Se algum dia não ouvires que te amo
Então santa o mundo vai acabar!
lalalalalalalalalalalalalala

Rigor financeiro obriga a reestruturação do plantel

Kiki Ballack, Jefferson Luís e Rambé, jogadores que o Santa Clara tinha sob observação numa perspectiva futura foram informados que não serão integrados no plantel.


O Clube Desportivo Santa Clara, determinado que está em cumprir com todos os pressupostos financeiros, decidiu não incluir no plantel profissional os três jovens que estavam a ser observados numa perspectiva de valorização futura.
Assim, o defesa Kiki Ballack e os avançados Jefferson Luís e Rambé foram informados de que não farão parte do grupo de trabalho às ordens de Bruno Moura na temporada 2010/11.
Esta decisão não invalida que o Clube Desportivo Santa Clara não permaneça interessado nos serviços dos atletas cujos desempenhos desportivos que prosseguirão noutras paragens serão acompanhados com a devida regularidade pois são-lhes reconhecidas qualidades para, a médio prazo, constituírem opção na nossa equipa sénior.
A Comissão de Gestão agradece a compreensão dos jogadores pela decisão tomada e realça o empenho e dedicação que sempre colocaram nos treinos e o respeito demonstrado para com o emblema santaclarense.

Taça Fair Play

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Renan "Pé Santo" pede apoio dos adeptos para superar o Varzim

Ponta-de-lança brasileiro marcou o golo que permitiu somar um ponto no Estoril. Próxima meta é derrotar, em casa, o Varzim para alcançar o apuramento. Apoio do público é importante.


O Clube Desportivo Santa Clara conquistou o primeiro ponto na presença edição da Taça da Liga ao empatar, fora, no terreno do Estoril a um golo, resultado que mantém a nossa equipa na corrida pela qualificação para a fase seguinte da competição. Não foi o desfecho mais desejado mas para o autor do golo, Renan, não deixa de ser um resultado positivo.
«O empate não era o que mais desejávamos porque queríamos somar os três pontos mas não deixa de ser importante porque foi o primeiro ponto por nós conquistado e que nos mantém na peugada do apuramento para a fase de eliminatórias», disse.
Para além deste aspecto, o avançado brasileiro realçou que um resultado positivo «ajuda sempre a elevar a confiança num grupo que ainda está a conhecer-se e que com mais entrosamento estou certo que iremos alcançar os objectivos propostos», sublinhou.
Renan só pensa agora na conquista do triunfo na recepção ao Varzim e apelou ao apoio dos adeptos. «Se de nós podem esperar empenho e dedicação do princípio ao fim na procura da vitória que nos pode valer o apuramento, também é importante que sintamos o apoio dos adeptos. O calor humano é muito importante para nós».
O ponta-de-lança também quer que associado ao êxito colectivo esteja o seu sucesso individual, convicto de que esta será a sua época de afirmação no futebol nacional. «O início de temporada está a ser bom para mim porque pude realizar toda a pré-época. Sinto que estou a preparar-me bem e acredito que vou crescer mais à medida que a competição se for desenrolando», referiu.

Alimentação saudável...

Alimentação saudável para atletas
 NOÇÕES ELEMENTARES
Existem diversos tipos de alimentos, a saber: proteínas ou prótidos, hidratos de carbono ou glúcidos, gorduras ou lípidos, vitaminas, água e sais minerais. Analisaremos cada um destes grupos estudando para cada um deles o seu papel na dieta alimentar do atleta e abordaremos o problema de controle de peso e as ementas de pré-competição. Mas antes de pensar em termos de grandes questões alimentares pomos à sua reflexão estas questões:

- Não é necessário a um atleta ou equipe em estágio, em digressão em torneios, modificar por algumas refeições todo um comportamento alimentar bem estabelecido.

- Não ser excessivamente rigoroso no estabelecimento dos «menus» e admitir que determinado atleta não goste de um prato, uma vez que todos os gostos são naturais (o que não quer dizer que para um atleta ou equipa coma à lista).

- É preciso introduzir o fator dietético na educação e começar na mais tenra idade.

Assim, analisemos então:

PROTEÍNAS 
As proteínas são compostos orgânicos formados pela união de numerosas unidades mais simples chamadas aminoácidos. A principal função das proteínas é formar e reparar os tecidos, portanto possuem uma função plástica. O suprimento protéico ótimo para os desportistas situa-se entre 12 e 15% do suprimento energético total. No entanto, determinadas de prática desportiva podem aumentar estas necessidades, nomeadamente quando é necessário incrementar a síntese de proteínas musculares, propondo-se doses diárias de ingestão protéica da ordem de 1,5 a 1,8 g/kg de peso corporal.

Os alimentos mais ricos em proteínas são: 
- Origem animal: carne, leite, ovos, peixe, queijo e charcutaria
- Origem vegetal (menor valor): soja, nozes, feijão, ervilhas e favas.

O mínimo protéico, quer dizer, a quantidade mínima de proteínas que se deve ingerir diariamente para manter as funções normais do organismo está calculada em 1 grama por quilograma de peso corporal.

HIDRATOS DE CARBONO 
Os hidratos de carbono ou açucares são substâncias ternárias compostas por carbono, hidrogênio e oxigênio. A função principal destes componentes é assegurar fontes de energia. Estes constituem o substrato energético mais importante para esforços de resistência e também o de primeira escolha para alguns esforços de intensidade elevada. O nosso organismo possui uma capacidade limitada para armazenar hidratos de carbono. A capacidade de armazenamento muscular e hepático em glicogénio pode ser significativamente aumentada através do treino e de estratégias alimentares especificamente concebidas para o efeito. Não raras as vezes a fadiga ocorre por esgotamento ou baixa significativa dos níveis em glicogénio quer muscular quer hepático. Existem duas grandes questões relacionadas com a suplementação em hidratos de carbono. A primeira prende-se com a suplementação no decurso dos treinos ou competições de longa duração e a segunda relacionada com a suplementação entre esforços, de forma a propiciar um rápido preenchimento dos níveis em glicogénio e, desta forma acelerar a recuperação.

Existem diversos tipos de hidratos de carbono, grosseiramente podemos dizer que nos alimentos existem dois grupos: 
- Alimentos que contêm hidratos de carbono "rápidos"
- Alimentos que contêm hidratos de carbono "lentos"

"Rápido" e "lento" neste caso referem-se à velocidade que os hidratos de carbono se convertem em energia para o corpo humano.

Os alimentos mais ricos em hidratos de carbono "rápidos" são: pão branco, corn flakes, bananas, geleia, chocolate.

Os alimentos mais ricos em hidratos de carbono "lentos" são: pão preto, arroz, pastas, batatas, maioria dos vegetais, sumo de laranja ou maça.

Não está provado que a ingestão de açúcar durante as provas curtas tenha algum efeito benéfico, mas existem provas de bons resultados, obtidos de uma alimentação sobrecarregada em hidratos de carbono, nas provas de resistência, nos dias anteriores, por exemplo a um campeonato de Badminton (composto por vários jogos).

GORDURAS
As gorduras são compostos que têm a propriedade comum de serem insolúveis em água, sendo a sua função, proporcionar energia e constituir depósitos de reserva.

Os alimentos mais ricos em gorduras são: azeite, manteiga, natas, chocolate, etc.

Concluí-se que um indivíduo pode realizar um trabalho extenuante durante um tempo três vezes mais longo com uma dieta hidrocarbonada que com um regime de gorduras.

VITAMINAS
As vitaminas são substâncias indispensáveis para a saúde e desenvolvimento do organismo. A falta de provisão suficiente de vitaminas pode chegar a produzir algumas deficiências orgânicas chamadas «enfermidades por carência». O exercício muscular intenso requer uma maior ingestão de alimentos e por conseguinte, uma maior necessidade de vitaminas. Os trabalhos de resistência produzem um grande gasto de vitaminas, particularmente vitaminas B e C. Até agora não se demonstrou que aumentando a ingestão de vitaminas, aumente o rendimento do atleta a menos que haja um estado prévio de carência vitamínica.

Vitamina C (anti-infecciosa) - vegetais, limão.
Vitamina B - cereais.

SAIS MINERAIS 
Através do suor perdem-se sais (lembrar que o suor é salgado). Estes sais são o cloreto de sódio (sal comum) e o potássio. Por isso, quando um atleta sua muito numa competição não basta que tome água, mas sim, que recupere os sais que perdeu. As perdas importantes em sais, podem produzir cãibras, fadiga e insônia. A perda de potássio produz fadiga muscular uma vez que o potássio desempenha um grande papel na contração muscular. O zinco, magnésio, fósforo, potássio podem substituir-se comendo alguns alimentos secos - figos secos, passas, tâmaras ou simplesmente bananas ou morangos.
ÁGUA
A ingestão de água contribui para regular a temperatura corporal eliminando o excesso de calor através de um aumento de transpiração. O atleta deve tomar a água que deseje desde que respeite algumas regras. Em jogos de basquetebol, futebol, râguebi, marcha, maratona, ciclismo e todas as provas de longa duração realizadas em clima quente, o atleta pode e deve beber durante a prova. Regra prática: pode beber um copo de água de meia em meia hora. Para manter o equilíbrio entre a que se ingere e a que se elimina, em condições de calor e exercício muito intensos, o melhor é beber em pequenas quantidades muito frequentemente, em vez de uma grande quantidade de uma só vez.

A perda de peso que se produz com exercícios muito intensos realizados em clima quente, deve-se principalmente à perda de água por sudação. Um atleta pode perder 1, 2, 3 e 4 quilogramas por jogo em provas intensas. O atleta não deverá esperar pelo aparecimento da sede para começar a beber, pois quando ela surgir já o estado de hidratação do nosso organismo está muito debilitado. Nos casos em que a competição não permite uma ingestão regular de líquidos, dever-se-ão aproveitar todos os espaços mortos ou intervalos para proceder à hidratação dos atletas.

Após a competição ou após os treinos o nosso organismo está desidratado e com as suas reservas de hidratos de carbono (glicogénio) nos músculos e fígado muito diminuídas. Assim uma boa hidratação com um liquido contendo frutose ou glicose e os principais sais minerais perdidos pela sudação, será fundamental para uma boa recuperação dos atletas.

A água ajuda não só a reverter a desidratação, mas também a eliminar rapidamente pela urina alguns produtos tóxicos resultantes do metabolismo energético, como o ácido láctico. A água deverá ser alcalina (PH>7) para neutralizar a acidez da maioria desses produtos tóxicos. Os hidratos de carbono diluídos na água são de extrema importância para reverterem os níveis diminuídos de glicogénio nos músculos e fígado principal carburante utilizado pela célula muscular durante a atividade física.

A ingestão de sais minerais considerada dispensável antes e durante a competição é fundamental após a realização do esforço físico. O sódio, o cloro e o potássio são os sais minerais cuja a reposição é fundamental. Das bebidas comerciais existentes no mercado preferimos as mais ricas em frutose, açúcar de rápida absorção.

NECESSIDADES ENERGÉTICAS 
A quantidade de energia necessária depende em parte da idade e do sexo, mas acima de tudo da atividade física que cada um faz. Um jogador regular de Badminton vê a sua necessidade energética variar com a duração, freqüência e intensidade das sessões de treino. Em dias que ele não pratica nenhuma atividade física, este necessita habitualmente de 1.800 a 2.500 Kcal, mas em dias que os treinos ou jogos são muito intensos estes valores andam entre os 4.000 a 6.000 Kcal.

As necessidades energéticas expressam-se em Kilocalorias (Kcal) ou em Kilojoules (Kj). 1 Kcal = 4.2 Kj

RESERVAS ENERGÉTICAS 
A gordura representa cerca de 13% do peso corporal de um homem adulto. A mulher tende a armazenar maior quantidade de gordura que o homem, cerca de 18 a 20% do peso corporal. Mesmo uma pessoa excepcionalmente magra tem gordura suficiente para fornecer aos músculos milhares de kilocalorias de energia.

Os hidratos de carbono são armazenados em forma de glicogénio, que podem ser encontrados em dois locais do nosso corpo - nos músculos e no fígado. Ao contrário das reservas em gordura, as reservas de glicogénio são extremamente mais curtas. As reservas de glicogénio normalmente fornecem energia necessária para 2 horas de treino, dependendo claro da intensidade da sessão. Sessões ou jogos com uma duração superior a 2 horas, esgotam as reservas e reduzem a performance dos músculos, que não têm a energia necessária para atingir ótimos níveis de performance. Ao mesmo tempo as células musculares vão usar os hidratos de carbono existentes no sangue para produzir a energia necessária, o que provoca uma descida dos níveis de açúcar no sangue. Isto provoca uma reação de travão no cérebro, que faz com a capacidade em geral baixe, tal como a capacidade de concentração.

CONTROLE DO PESO 
A balança é o melhor aparelho para avaliar de como se alimenta um atleta. Este deve pesar-se todos os dias, se possível, antes e após o treino. Numa primeira fase, haverá uma perda normal de peso, devido à redução dos depósitos de gordura. Se o atleta perde muito peso pode ser por:
- excesso de treino
- má alimentação
- pouco repouso
- fadiga geral
- qualquer enfermidade em evolução.

Em todos estes casos consultar o médico.

Quando um atleta. Perde mais de 3,5kg numa competição, deve ser cuidadosamente observado por um médico.

ALIMENTAÇÃO DE PRÉ-COMPETIÇÃO 
Regra das 3 horas: os alimentos sólidos devem ingerir-se, pelo menos, 3 horas antes da prova. Regra dos 30 minutos: aconselha-se a ingerir os líquidos até 30 minutos antes da prova e cada 30 minutos durante a mesma. Aconselha-se de meio a um copo de água de cada vez.

- evitar alimentos que contenham muita celulose: pão preto, bolachas, chocolate, vegetais verdes.
- evitar comidas com gorduras: carnes gordas, chouriço-salame, fritos, azeite, cremes.
- comer com moderação, ficar com fome, não provar comidas diferentes.
* Há que ponderar cada situação antes de estabelecer um regime alimentar.



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