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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Clubes perdem pontos em caso de incumprimento salarial


Subtracção de seis pontos no caso de clubes reincidentes em salários em atraso.
A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) alerta hoje os clubes quanto à obrigação de apresentarem até 15 de Dezembro prova de cumprimento salarial, sob pena de perda de pontos.
“Os clubes obrigam-se a entregar até ao dia 15 de Dezembro de cada época desportiva os documentos comprovativos do pagamento das remunerações-base e compensações mensais emergentes (…) entre 31 de Maio e 10 de Novembro”, diz a LPFP em comunicado no seu site oficial.
O organismo que tutela o futebol profissional, Liga e Liga de Honra, lembra também que será punido com a subtracção de três pontos o clube que se encontrar em atraso num período igual ou superior a 60 dias e que não regularize a situação até 15 dias após notificação expressa da Comissão Executiva da Liga.
A penalização aos clubes aumentará para seis pontos caso o clube seja reincidente em alguma das duas épocas anteriores, embora este seja o “primeiro ano de vigência” do artigo 58.º do regulamento disciplinar, referente a infracções de natureza salarial.
A LPFP relembra ainda que se consideram “documentos comprovativos do pagamento os recibos assinados pelos jogadores, os recibos das renumerações dos jogadores apensados dos documentos que titulem a realização dos depósitos ou transferências bancárias respectivas ou as declarações de quitação assinadas pelos jogadores”

Queremos vitórias


QUEREMOS VITÓRIAS

O GIGANTE DO SANTA CLARA: MEDINA


HISTÓRIAS DA MINHA VIDA


Nesta semana tínhamos um jogo muito importante, em casa, contra o Praiense, treinado na altura pelo Couto, meu amigo pessoal. Este jogo era muito aguardado e muito falado na comunicação social e considerado um derby açoriano. 


Era uma semana de muito trabalho, de muita concentração e de muita adrenalina, mas sabia muito bem!!! O nosso treinador da altura era o Senhor Fernando Casaca, muito exigente nos treinos e fora dele, nada escapava e estava sempre em cima dos acontecimentos; realmente trabalhamos bastante e a equipa estava pronta para o jogo, muito importante para nós.

Nos sábados antes dos jogos e de manha, fazíamos um treino para descontrair e relaxamento muscular, mas as vezes as peladinhas eram "durinhas" e levadas muito a serio. Após o treino e do almoço fui para casa descansar para estar em boas condições para o encontro. Estava deitado na cama a ouvir musica e a ler jornais desportivos ( era o meu passatempo) quando de repente batem á porta: “ Medina, queres ir jogar futebol de salão para o Pico da Pedra”, eu respondi-lhe, “ Não posso, porque tenho jogo amanha contra o Praiense e acabei de vir do treino e estou a descansar”, mas tanto me chatearam que fui, mas numa condição que, não ponha os pés dentro do campo!

Fomos para o campo de cimento do Pico da Pedra, freguesia pertencente ao conselho da Ribeira Grande, e como tinha dito, fiquei de fora a ver o espectáculo. Mas como o bicho estava a mexer comigo e após algumas insistências dos meus amigos, la entrei em cena, nunca pensando que alguém podia estar a ver e mais tarde criar-me um problema bicudo para resolver. Verdade seja dita, não joguei muito, mas o tempo que fiz acabou por ter resultados negativos para mim.

Domingo, dia do jogo, levantei-me cedo, tomei o pequeno almoço, e por volta das 10 horas, fui para o restaurante habitual, para almoçarmos todos juntos. Depois, demos uma volta e fomos para a sede para a palestra ( Eram muito cumpridas e por vezes apetecia dormir lol ). Após o discurso do nosso mister, partimos para o Estádio de São Miguel, para nos preparar. Equipamos, fizemos o nosso aquecimento e entramos em campo, para o jogo. 

Recordo-me que estava a ser um jogo muito difícil, muito táctico, com muitas marcações o que dificultava imenso o jogo atacante. Eu não estava a ter muito espaço e os cruzamentos não estavam a ser com muita qualidade. Chegamos ao intervalo empatados 0-0. Após um pouco de descanso, retemperamos as forças com um chá de limão ( também havia café puro) e ouvimos as recomendações necessárias para o resto da partida.

No recomeço a nossa supremacia sobre o adversário, foi mais acentuada. O jogo nesta fase começou a ficar mais aberto, e num contra-ataque rápido, a bola foi metida à minha frente e numa corrida rápida de 20 metros, disparei um pertado à entrada da área e a bola entrou no canto inferior direito, um belo golo! Foi a explosão no estádio. O pior estava para vir!

Comecei a ter cambras anormais e pouco a pouco tinha que sair do campo para ser tratado. O nosso massagista Carlos Barbos, dizia para mim: “ Medina, o que se passa, o que fizeste ontem….”, a resposta era sempre a mesma, que não tinha feito nada! Tentava dar um sprint e não conseguia, as pessoas mais ligadas ao clube estavam muito admiradas, porque, como era muito forte fisicamente, era muito estranho.

Acabado o jogo e depois de ganharmos com um golo meu, tudo foi esquecido e saímos do estádio para a nossas vidas!

Na semana seguinte, tudo estava a correr ás mil maravilhas, quando no sábado, andava eu a passear antes do treino com o meu colega Barbosa, guarda redes e do continente, quando aparece no outro lado do passeio o Mister Casaca, que diante de muita gente e muito zangado, ate fiquei envergonho! Disse-me assim: “ Onde foste no sábado passado antes do jogo com o Praiense, estas lixado comigo, vou te f…………todo e vou-te mandar embora, anda imediatamente à sede para rescindires o contrato”. Fogo, olho para o Barbosa ele olha para mim e disse-me: “ O que se passou…Tem calma que tudo vai-se resolver e vamos lá, falar com o velho”.

O ambiente estava muito quente, ele não parava de berrar lol, dizia que não contava mais comigo, o Barbosa e o Pessanha ( capitão) estavam a tentar acalma-lo mas não estava fácil, mas depois de muitos pedidos as coisas normalizaram e eu fui penalizado com uma multa ( corte no ordenado).

Como o nosso massagista, para alem de trabalhar para o clube, fazia tratamentos para as pessoas na sede, alguém do Pico da Pedra, que tinha passado pelo campo e que tinha ido ao jogo, na conversa, disse que eu tinha estado a jogar futebol salão lol. Claro que ele deduziu logo que o meu problema anormal era derivado do cansaço acumulado e jogar num piso muito duro. Ele disse-me: “ Medina, desculpa, tinha que dizer ao Casaca, senão ia ser muito pior”. 

As coisas depois normalizaram e eu fiz uma época muito boa e nunca mais tive a tolice de ir jogar antes de um jogo.


MEDINA

Formação: SANTA CLARA

ENJAMINS A
 
Um golo no início da primeira bastou para os benjamins A somarem mais um triunfo e continuarem na senda dos bons resultados. 

Na recepção ao Marítimo, segundo classificado com menos um ponto que a nossa equipa, um golo solitário marcado a meias entre Francisco e um defesa contrário foi o suficiente para vencer a partida e, deste modo, alargar a vantagem para a concorrência.
A nossa equipa entrou bem no jogo a tentar desde logo chegar a vantagem e, fruto deste bom arranque, Francisco entra da esquerda para o meio e faz o nosso primeiro e único golo, estavam passados dez minutos do início da partida. A partir do golo a nossa equipa começou a gerir o jogo, embora demasiado cedo, com o objectivo de não consentir que o adversário usasse a sua melhor arma: o contra ataque. Foi deste modo que chegamos ao intervalo.
Na segunda parte o Marítimo começou a pressionar mais sobre a área do Santa Clara, contudo a nossa equipa, bem organizada defensivamente, dava conta do recado. Com o passar do tempo a nossa equipa começou a desorganizar-se e a ansiedade a aumentar. Não ligando bem os sectores defensivos, médio e atacante, dando demasiado espaço ao adversário e sem capacidade de atacar, perdemos o controlo do desafio e com isso apanhamos alguns sustos, o que originou que a nossa equipa passasse a defender demasiado junto da sua área.
Só na parte final e depois de uma forte correcção da equipa técnica, a nossa equipa voltou a subir no campo e, assim, conseguiu voltar a criar situações de perigo. No final do jogo fica o resultado e os três pontos que valeram bem mais que a exibição.
Parabéns futebolistas!



INFANTIS B


Esperadas que eram as dificuldades, o Santa Clara até entrou bem no jogo, mas não conseguiu manter a bitola ao longo dos 60 minutos. 

O Santa Clara recebeu e empatou a uma bola com o Sporting Ideal em jogo da quarta jornada do campeonato de São Miguel de infantis. As dificuldades sentidas ao longo da partida já eram de alguma forma esperadas, depois de, na primeira volta, o equilíbrio ter sido a nota dominante no jogo realizado então na Ribeira Grande.
No campo de Santo António, com o vento a soprar por vezes muito forte, o Santa Clara até entrou bem no jogo. Dominadora, a equipa encostou os verdes à sua área, desenvolvendo boas combinações entre os vários sectores. Corolário deste início positivo, a equipa de António Medeiros acabou por chegar ao golo, com Alexandre Miguel a cobrar de forma superior um livre directo, à entrada da área do Ideal.
Pensou-se que o mais difícil estava feito, já que, até então, a formação da Ribeira Grande ainda não tinha incomodado o último reduto encarnado. No entanto, o cenário acabou por se alterar. Sabendo que um eventual desaire os colocaria, desde já, fora da luta pelos lugares que dão acesso ao apuramento para a série dos primeiros, os jogadores do Ideal reagiram e partiram em busca do empate, criando algumas situações aflição para o nosso reduto defensivo. Ao intervalo, contudo, o Santa Clara mantinha-se na frente do marcador.
No segundo tempo, embora com domínio repartido, os verdes voltaram a estar melhores, acabando mesmo por marcar, num desentendimento defensivo nosso. Até final, ambos os conjuntos tiveram oportunidade para desfazer a igualdade, mas o resultado manteve-se até ao apito final.
Com este empate, o Santa Clara continua a depender somente de si para seguir em frente como uma das duas melhores equipas desta série.
No campo das Figueiras, em Santo António, o Santa Clara alinhou com: Luís Almeida; João Medina, Alexandre Miguel, Miguel Machado, Bruno Martins, Miguel Correia e Manuel Travassos. Jogaram ainda: Rafael Abranches, Francisco Lucas e Rodrigo Correia.
Treinador: António Medeiros.



INFANTIS A


Os nossos infantis A receberam e derrotaram o Mira Mar por 11-1. Rodrigo Lima marcou por cinco vezes.

A equipa de infantis A do Santa Clara reagiu da melhor forma à derrota sofrida na jornada anterior e no início da segunda volta da primeira fase do campeonato de São Miguel recebeu e derrotou o Mira Mar por expressivos 11-1, repetindo em casa o resultado alcançado na Povoação.
O triunfo veio aliviar a pressão sentida após a derrota com o Desportivo de São Roque e neste encontro houve até a oportunidade de alguns miúdos se estrearem como titulares, rubricando uma excelente exibição colectiva. O respeito pelo opositor foi uma constante, construindo com trabalho e empenho um resultado moralizador.
Ao intervalo o marcador já assinalava 8-0 e no decorrer da segunda parte os golos continuaram a aparecer com naturalidade. Rodrigo Lima esteve inspirado ao apontar cinco golos. Os restantes foram marcados por Bernardo (2), Daniel, Matos, Reinaldo e Gonçalo.



INICIADOS


Iniciados somaram mais uma vitória e continuam na frente da classificação. Dois golos em cada metade deram três pontos numa tarde tranquila.

Vitória tranquila dos nossos miúdos por 4-0 com dois golos em cada parte. Num jogo marcado pelo forte vento, na primeira parte João Santos bisou na partida com dois golos de belo efeito, o primeiro com um remate de longa distância e o outro na conversação de um livre directo.
Na segunda parte marcamos logo no primeiro minuto por intermédio de Miguel Pavão. Continuamos a pressionar a equipa adversária e fechamos o marcador por intermédio de Rui Brilhante num remate forte à entrada da área. Boa exibição dos nossos jovens num jogo condicionado pelo forte vento que se fez sentir em Santo António.
No campo das Figueiras, em Santo António, o Santa Clara alinhou com: Rodrigo Faria; Bruno Lobo, João Travassos, Paulo Henrique e Filipe Cabral; João Santos (Rodrigo Melo), Rui Brilhante e Rodrigo Rosa (Filipe Medeiros); Miguel Pavão, João Gomes (Diogo Andrade) e Miguel Rodrigues (João Sobral).
Treinador: Hélio Oliveira.



JUNIORES


No confronto com o Marítimo os nossos juniores somaram a décima vitória consecutiva no campeonato. A superioridade em campo ganhou expressão depois do intervalo.
 
Os juniores foram a casa do Marítimo ganhar por 3-0 e continuaram a sua cavalgada triunfal: 10 jogos e 10 vitórias. Jogo de um só sentido, em que o Marítimo só esporadicamente saía do seu meio-campo. Muitos golos falhados na primeira parte fizeram com que o nulo se verificasse ao intervalo.
Mas como a confiança desta equipa neste momento é inabalável, os nossos rapazes continuaram a insistir e aumentaram ainda mais o ritmo de jogo. Água mole em pedra dura tanto bate até que fura e foi assim que apareceu o primeiro, o segundo, o terceiro e mais não apareceram porque foi muito perdulária a nossa equipa.
Fica o registo de mais uma boa exibição de uma equipa de qualidade superior e de um grupo extraordinário que tudo fará para atingir os seus objectivos.
No estádio Jácome Correia, em Ponta Delgada, o Santa Clara alinhou com: Rafa; David, Filipe, B10 e Rodolfo; Tiago, António e Cacilhas; Bruno Melo, Iuri e Hélder.
Golos: Cacilhas, António e B10.
Treinador: Pedro Bermonte.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Não foi desta ainda, quando será??????????

O Santa Clara continua sem vencer fora de casa. Ontem perdeu no terreno da Oliveirense por duas bolas a zero, em jogo da 9ª jornada da Liga Orangina.

Após duas semanas um tanto ou quanto conturbadas para os jogadores do Santa Clara", em que foi denunciada a situação de ordenados em atraso, posteriormente pagos, na terça-feira passada, a equipa vincou que nunca estaria em causa a sua prestação nos jogos, o que veio a ser demonstrado, principalmente na segunda parte, onde entraram com motivação e mostraram empenho em dar a volta ao resultado negativo.

domingo, 28 de novembro de 2010

SANTA CLARA: “Um retrato da alma popular, milagre de vontade”

É certo - e lamentável - que quem mais razões tinha para estar quieto e calado é quem mais se mexe, “bota palavra” e estrebucha;


É certo - e lamentável - que quem nem o dever mínimo de sócio foi capaz de cumprir (não pagar as cotas durante mais de quatro anos é desrespeito suficiente para deixar envergonhado quem vergonha tivesse) é quem mais se vitimiza, e reclama, por direitos que só muito duvidosamente os pode exigir e usar;


Mas o mais certo é que os números não enganam, e como que se já não bastassem os que demonstram com clareza o bom caminho percorrido – o que isso deve doer a muitos, e sobretudo a quem, abusivamente pago para tal, entre o muito mais, negligenciou (e com isso fez perder) importantes receitas para o CDSC –, agora, há outros também absolutamente clarificadores:


Mais de 90% de votos recolhidos num universo de votantes de duplicou quando comparado com as últimas eleições disputadas com apenas uma lista foi muito bom. Melhor ainda foi o número, e a qualidade, dos apoios congregados, mais de uma centena deles registados nas listas de apoio e subscrição da candidatura.


Até hoje, Sábado, o dia nasceu com um sol radioso.


Mas, atenção, é bom não esquecer que o mais importante é mesmo CONTINUAR NO BOM CAMINHO. E daqui para lá será cada vez mais difícil: “quanto mais se sobe a montanha mais penoso é o caminho”!


Força, parabéns e muitas felicidades.


João Pacheco de Melo http://olugardapontadelgada.blogspot.com/

sábado, 27 de novembro de 2010

Mário Batista eleito presidente com a confiança dos sócios

Mário Batista foi, na noite de sexta-feira, dia 26 de Novembro, empossado presidente da Direcção do Santa Clara, depois de ao longo do dia ter decorrido o acto eleitoral que elegeu os Órgãos Sociais para o triénio 2010/13. Os números da eleição mostram que os sócios estão com o actual elenco directivo e nele depositam esperanças no contínuo trabalho de recuperação e credibilização do nosso clube.


Votaram 127 sócios, o dobro do último acto eleitoral ao qual concorreu também uma única lista, e apurado o número de votos Mário Batista foi eleito com 259 votos a favor, 24 brancos e 4 nulos. Não se registou qualquer voto contra a lista a sufrágio. Estes números dizem ainda que triplicou o número de votos tendo em conta a antiguidade dos associados que marcaram presença no acto eleitoral, registando-se também o facto dos dez sócios mais antigos terem comparecido às urnas. Há ainda a sublinhar o facto da subscrição pública ter recolhido o quadruplo do número de associados em relação à última eleição, em 2008.

Foi, por isso, uma vitória importante e reconfortante para aqueles que vão continuar a liderar o Santa Clara, convictos de que o trabalho desenvolvido nos tempos mais recentes está a ser acompanhado pelos sócios e merece a aprovação destes. Motivos mais que suficientes para Mário Batista e seus pares se regozijarem com os resultados.

Logo após a divulgação dos resultados decorreu a cerimónia de tomada de posse e Mário Batista teceu as primeiras considerações enquanto presidente da Direcção. «Continuar no bom caminho é continuar a devolver o Santa Clara aos sócios! Hoje fecha-se um ciclo e o percurso até ao presente foi marcado por momentos importantes», referindo-se ao trabalho de recuperação financeira que permitiu ao nosso clube atingir um patamar de maior tranquilidade.

«Só foi possível chegar aqui porque foi realizado um trabalho que não podia deixar de realçar e foi um êxito alcançado que muitos julgavam impossível. Não faltaram os profetas da desgraça, gente sem escrúpulos que tentou levar a água ao seu moinho. Mas hoje, uma vez mais, os sócios do Santa Clara escolheram com clareza e escolheram continuar no bom caminho», disse Mário Batista.

O presidente eleito reconheceu que o futuro carece de mais trabalho e a hora é de manter a mesma determinação, empenho e rigor. «Não será um caminho fácil mas continuaremos empenhados. Os últimos seis meses foram de enorme produtividade, demonstramos eficiência nas acções tomadas, mas satisfeitos nunca estamos. Vamos representar os santaclarenses nos próximos três anos e tudo faremos para alcançar os objectivos traçados».

A Direcção eleita não se desvia do rumo. «Vamos continuar, com muita responsabilidade, a cumprir com o plano de recuperação financeira, procurando dentro das possibilidades existentes construir equipas que discutam o objectivo desportivo. Não podemos prometer a subida mas vamos procurá-la», referiu.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Passatempo

A claque Red Boys On Fire vai promover um concurso, todas as semanas, com o intuito levar consigo um ou mais adeptos aos jogos do Santa Clara no estádio de S. Miguel.
Assim, quem acertar no resultado do jogo ( vitoria, empate, derrota) do próximo domingo "Oliveirense vs Santa Clara", terá o direito a juntar-se a nós, no jogo seguinte do Santa Clara em casa. 
Nos jogos em casa, quem acertar no resultado tem direito a um prémio da claque - t-shirt e/ou boné
Para participar basta deixar mensagem no mural na nossa página do Facebook, no nosso blogue - www.redboysonfire1@blopgspot.com ou então no email - redboysonfire@sapo.pt, com o vosso nome, contacto de email ou telefónico e o resultado para o jogo do fim de semana.

RBOF ponderam deixar de apoiar o Santa Clara

A claque, que tudo faz para apoiar a equipa de futebol profissional, não cede a nada nem a ninguém, nem a ameaças ou tentativas de ameaças, nem a pedidos nem a favores. 
A nossa claque, antes de mais, pretende ser uma ponte entre os fãs e a equipa de futebol e coloca-se à margem de todas as discussões sobre o futuro do clube. Damos a conhecer o que se passa na comunicação social e tendo em conta que a internet é a melhor ferramenta de divulgação, não nos podem acusar de sermos partidários deste ou daqueloutro. 
Os "Red Boys On Fire" não são nenhuma agência de comunicação, para isso existem os jornais. Somos antes de mais um claque de apoio ao Santa Clara. 
Connosco quem quiser, Contra nós quem puder. 

Eleições e vitória no domingo

Atento que estive à comunicação social por estes dias, dei conta de que os salários dos jogadores do Varzim também estão por pagar. 
O director desportivo explicou que a questão dos salários "tem sido debatida, sem tabus, no balneário" e que se trata de um "momento menos bom" do clube, apesar de sublinhar que "os compromissos serão, como sempre, honrados" lê-se n´O Jogo. 

Pois bem, parece-se que esta seria uma das atitudes que se deveriam ter tomado na semana passada, mas como águas passadas são águas passadas, por aqui finalizo a minha opinião sobre este assunto.
Espero antes de tudo que o processo eleitoral corra bem e que o Santa Clara leve de vencida o Oliveirense, porque a isso estão obrigados depois de tudo o que se passou nestas duas semanas conturbadas para o plantel encarnado.

Julian Rocha


Haja quem o defenda

Desde que Mário Batista anunciou a sua candidatura à presidência do Clube Desportivo Santa Clara, que não param de “chover” textos a enxovalhar o bom nome de alguém que, nos últimos três anos, muito deu da sua vida particular ao seu clube do coração.
Uma vez é Cruz Marques, directamente de Angola, a falar de ética, ou falta dela, outra vez é um antigo motorista a dizer “cobras e lagartos” de Batista, entre outras situações menos dignas, principalmente em momento eleitoral.
Enfim, parece que Mário Batista, num ápice, se transformou no inimigo público número um do Santa Clara, ele que até tem atrasado projectos pessoais para que o clube consiga sobreviver. Por isso, é no mínimo insensato tudo o que por aí se diz e escreve.
A verdade é que se tanta gente considera que Mário Batista não é a pessoa certa para liderar o Santa Clara, porque é que não criaram listas para concorrer às eleições.
Claro que não o fizeram somente por uma razão: não têm condições para isso, não estão habilitados para comandar o mais importante clube dos Açores e, mais, não têm sequer condições para, nos momentos difíceis, poderem fazer com que o mesmo sobreviva.
Por isto, defendo: Mário Batista é a pessoa certa no lugar certo. A sua idoneidade não pode ser posta em causa por quem não a tem. Conheço o Mário há muito tempo e digo, e reafirmo, nada do que tem sido dito e escrito deve ser levado em conta. Mais, neste momento, os sócios do Santa Clara deviam unir-se em redor dos novos órgãos sociais, sem divisões, sem intrigas e enredos, enfim, sem maldade. Foram estes dirigentes que salvaram o clube e, por isso, só posso estar ao seu lado. Por amor ao Santa Clara.

Pedro Ferreira   

Eleicões

Hoje é dia de eleições,
 não te esqueças de VOTAR,
 eleições decorrem até às 20:00 horas
 do dia de hoje na sede do clube.

Santa Clara Açores, Futebol SAD, registado na tarde de ontem em Lisboa

Santa Clara é o primeiro clube dos Açores a criar uma sociedade anónima desportiva. Escritura juntou administradores e accionistas na capital portuguesa.


Os administradores do Santa Clara Açores, Futebol SAD, rubricaram na tarde desta quinta-feira, dia 25 de Novembro, a escritura que dá vida à sociedade anónima desportiva que a partir desta data passa a gerir o futebol profissional do Santa Clara.
A oficialização de constituição da sociedade anónima, a primeira do género em clubes dos Açores, permite ao nosso clube dar mais um passo em frente na sua gestão e projecção futura, pois abre as portas a novos investimentos e os sócios estão convidados a aderir ao projecto.
O Santa Clara fica detentor de 40% dos 500 mil euros de capital investido, estando os outros 60% na posse dos accionistas Mário Batista, Miguel Simas, José Jacinto Dias e Carlos Sebastião. Estes subscreveram metade do valor e dispõem de dois anos para subscrever a outra metade.
A presidir ao Conselho de Administração da SAD está Mário Batista, candidato único à presidência da Direcção do clube. André Cabral e Domingos Viveiros são os outros dois administradores nomeados. Costa Martins e Alfredo Azevedo presidem à Assembleia Geral.
A constituição do Santa Clara Açores, Futebol SAD, é a concretização de mais um importante passo na dinamização desejada, cumprindo-se mais uma etapa no caminho a percorrer rumo à tranquilidade pretendida.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Gente de coragem

Não é de admirar não haver outra lista de candidatos à Presidência do Clube Desportivo do Santa Clara, para tal,  teria de haver gente com a coragem como a do Dr. Mário Batista e todo o seu Staff  TEM, quero felicitar todo este grupo pela dedicação, empenho e coragem de enfrentar todos os desafios que este clube apresenta.

Parabéns Santa Clara, são poucos hoje em dia os homens de coragem, mas sei que ao menos os que actualmente estão a frente o são.

NÓS ACREDITAMOS E LUTAMOS PELO FUTURO

JUNTOS UNIDOS JAMAIS SEREMOS VENCIDOS

SANTA CLARA SEMPRE

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Mário Batista aposta no rigor financeiro sem descurar a vertente desportiva

Será presidente do Santa Clara a partir da próxima sexta-feira para o triénio 2010/2013. A recuperação financeira está na frente das batalhas a vencer mas o piscar de olho à I Liga não se dilui com o passar do tempo.


Mário Batista apresenta-se ao eleitorado santaclarense como candidato único à presidência do clube. O presidente-adjunto nos dois mandatos de Manuel Cruz Marques e vice-presidente na Comissão de Gestão que cessa funções na próxima sexta-feira, dia 26, será empossado presidente do Santa Clara na Assembleia Geral Eleitoral, acto para o qual concorre sem oposição.

Conhecedor profundo da realidade do clube de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, e apontado por muitos como o principal mentor da recuperação financeira encetada em 2006, Mário Batista aposta no trabalho de continuidade que ao longo dos últimos quatro anos devolveu credibilidade ao clube e esperança aos sócios que sonham ver o emblema encarnado novamente na I Liga do futebol português.

O ano de 2006 foi o momento da viragem e o candidato que será empossado presidente faz uma breve retrospectiva do caminho percorrido e do qual a instituição desportiva não se desviará no futuro. «Quando a Direcção eleita em Novembro de 2006 tomou posse encontrou um plantel extenso, oneroso e incapaz de discutir as posições cimeiras do campeonato. Fizemos os ajustes necessários e em 2008, com a entrada do treinador Vítor Pereira, deu-se a grande reestruturação», lembrou. 

O rompimento com as práticas do passado e aposta numa equipa técnica desconhecida e jogadores sem nome no panorama desportivo nacional levantaram dúvidas sobre a capacidade do colectivo em garantir, no mínimo, a manutenção na II Liga, exigência base para manter vivo o Santa Clara. Os resultados, como fez questão de recordar, deram razão à aposta feita.

«Na altura fomos criticados pelas apostas feitas mas os resultados estão à vista. Foi o ponto de viragem pois com menos custos passamos a obter melhores resultados e no presente e no futuro é uma estratégia para manter. Nestas últimas três épocas vimos apresentando equipas competitivas sem colocar em risco o equilíbrio financeiro», apontou.

As finanças do clube são, de resto, a prioridade número um. O Santa Clara recupera de um passado esbanjador e reerguer-se com um passivo que chegou a números inimagináveis não seria tarefa fácil. Com persistência e rigor o caminho tem sido traçado. A desejada subida à I Liga permitiria um enorme desafogo mas os dirigentes não arriscam.

«O passivo está nos 7,8 milhões de euros e 5,9 milhões de euros são dívidas bancárias. A subida permitia quadruplicar as receitas, o mesmo é dizer que nos permitiria encurtar de oito para quatro anos a amortização do passivo», explicou, mas a acontecer a promoção será sem qualquer incremento financeiro adicional porque existem compromissos que têm de ser religiosamente cumpridos.

«A subida é um sonho mas não é uma obsessão. Temos de ser realistas porque o serviço da dívida obriga-nos a ser rigorosos na satisfação dos compromissos financeiros assumidos com os nossos parceiros. A vertente desportiva é importante mas face ao actual contexto é preciso saber criar um grupo de trabalho competitivo sem comprometer o equilíbrio financeiro. Em momento algum iremos hipotecar o clube pela ambição desportiva», afirmou.

A vertente social é outro dos aspectos a ter em conta e nesse sentido um reforço do número de associados seria bem-vindo. No entanto, Mário Batista compreende que o momento não é o mais propício para pedir mais sacrifícios. «O Santa Clara tem cerca de 1200 sócios, a grande maioria deles pagantes. Seria importante aumentar esse número mas compreendemos que com as dificuldades financeiras actuais não será uma tarefa fácil».

Chamar mais associados para o clube significaria mais gente a apoiar a equipa no estádio de São Miguel mas também aqui existem aspectos a melhorar porque, no entender de Mário Batista, o recinto desportivo carece de melhorias acentuadas para elevar os níveis de conforto.

«É preciso que o recinto também seja dotado de melhores condições para que os sócios e simpatizantes sintam um elevado grau de conforto quando ali se deslocam e a verdade é que as condições actuais não são as mais acolhedoras. O estádio já deveria estar dotado de outras valências que permitissem às famílias passar uma tarde de domingo diferente», vincou.

Obras que estavam previstas mas que devido à crise ficaram adiadas. O Governo Regional dos Açores tinha previsto investir quatro milhões de euros na reestruturação do estádio mas apenas 50 mil euros estão contemplados no plano para 2011. O candidato a presidente entende que «a remodelação do estádio não é, neste momento, uma obra prioritária».

Acácio Mateus

NOTA DE IMPRENSA

Atendendo ao facto de ter sido largamente divulgado – e não só – a questão respeitante ao atraso verificado no pagamento dos salários aos atletas e funcionários do Clube Desportivo Santa Clara, sentimos ser nosso dever informar o seguinte:

1 – Após um longo período de negociações junto de diversas instituições financeiras, foi conseguido um financiamento intercalar que nos permitiu efectuar hoje (23/11/2010) os pagamentos respectivos;

2 – Em primeiro lugar, apresentamos as nossas desculpas às pessoas atingidas pelos incómodos causados;

3 – De seguida, queremos agradecer a colaboração e o apoio recebido das diversas pessoas e entidades que nos ajudaram a resolver tão delicada situação, destacando-se entre os demais o Governo dos Açores, o Presidente da Liga Portuguesa de Futebol, e a instituição financeira em causa;

4 – Gostaríamos também de realçar a posição do Presidente do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol, que, esta sim foi bastante digna e sensata, sobretudo tendo em conta a delicadeza da actual conjuntura, que para todos sem excepção, como é público e notório, é de grande dificuldade;

5 – Finalmente, e ultrapassada que está esta difícil situação que enormes energias no consumiu, agora que a normalidade está reposta, é hora de recentramos todos as nossas atenções no desempenho desportivo da nossa equipa de futebol profissional, esperando que esta brinde com pontos, já na sua próxima deslocação, os sócios e simpatizantes, e de forma especial todos os que directamente se envolveram na busca de uma solução desta delicada situação.

Ponta Delgada, 23 de Novembro de 2010
A Comissão de gestão

Não iremos hipotecar a vertente financeira pela ambição desportiva

Mário Batista, candidato único às eleições de sexta-feira, fala do passado, do presente e do futuro da nossa instituição. Aposta passa por manter o rigor nas contas e tentar a subida à Liga Zon Sagres sem criar desequilíbrios nas finanças. 
 
Sendo conhecidas as dificuldades financeiras com que se debate o Santa Clara, poderá a política de contenção de custos comprometer o desejo de subida à Liga Zon Sagres?
Não necessariamente! Já tive oportunidade de afirmar que a subida é um sonho mas não é uma obsessão. Temos de ser realistas porque o serviço da dívida obriga-nos a ser rigorosos na satisfação dos compromissos financeiros assumidos com os nossos parceiros. A vertente desportiva é importante mas face ao actual contexto é preciso saber criar um grupo de trabalho competitivo sem comprometer o equilíbrio financeiro. Um passo importante a dar é ganhar definitivamente o estatuto de grande da Liga Orangina e dispor de um plantel capaz de discutir os lugares cimeiros do campeonato. Mas em momento algum iremos hipotecar o clube pela ambição desportiva.
 
Coloca a hipótese da equipa ser reforçada na reabertura do mercado de transferências, em Janeiro próximo? 
Esse é um assunto que está fora de questão. Por vontade própria não procederemos a qualquer ajuste porque mantemos a confiança nos que cá estão. Se entrar alguém primeiro terá que sair alguém e nessa situação só em possíveis negócios que sejam rentáveis para o clube.
 
Neste momento, quantos sócios tem o Santa Clara e que medidas serão tomadas para reforçar o número de associados?
O Santa Clara tem cerca de 1200 sócios, a grande maioria deles pagantes. Seria importante aumentar esse número mas compreendemos que com as dificuldades financeiras actuais não será uma tarefa fácil. A seu tempo iremos divulgar as nossas ideias até porque estamos cientes de que mais sócios pode significar um maior apoio à equipa nos jogos. No entanto, convém realçar que não basta termos mais adeptos no estádio. É preciso que o recinto também seja dotado de melhores condições para os sócios e simpatizantes sintam um elevado grau de conforto quando ali se deslocam e a verdade é que as condições actuais não são as mais acolhedoras. O estádio já deveria estar dotado de outras valências que permitissem às famílias passar uma tarde de domingo diferente.
 
Essa será uma batalha a longo prazo pois o Governo Regional dos Açores é o gestor do espaço e dos quatro milhões de euros previstos para obras somente 50 mil euros estão contemplados no plano para 2011…
Compreendo a decisão do Governo que vem ao encontro da crise financeira que nos assola. A remodelação do estádio não é, neste momento, uma obra prioritária.
 
Olhando um pouco para o passado, que diferenças encontra entre o Santa Clara de 2006 e o de 2008 e o que preconiza de 2010 em diante?
Quando a Direcção eleita em Novembro de 2006 tomou posse encontramos um plantel extenso, oneroso e incapaz de discutir as posições cimeiras do campeonato. Fizemos os ajustes necessários e em 2008, com a entrada do treinador Vítor Pereira, deu-se a grande reestruturação. Na altura fomos criticados pelas apostas feitas mas os resultados estão à vista. Foi o ponto de viragem pois com menos custos passamos a obter melhores resultados e no presente e no futuro é uma estratégia para manter. Nestas últimas três épocas vimos apresentando equipas competitivas sem colocar em risco o equilíbrio financeiro.
 
A subida à Liga Zon Sagres resolveria parte significativa do passivo do clube?
O passivo está nos 7,8 milhões de euros e 5,9 milhões de euros são dívidas bancárias. A subida permitia quadruplicar as receitas, o mesmo é dizer que nos permitiria encurtar de oito para quatro anos a amortização do passivo.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Bruno Moura trabalha a pressão em espaço reduzido

Plantel sénior do Santa Clara cumpriu esta terça-feira mais uma sessão de trabalho tendo em vista a deslocação a Oliveira de Azeméis. Treino foi dedicado à pressão a exercer com e sem bola.
 
O plantel do Santa Clara deu continuidade ao plano de treinos definido para esta semana com a realização de mais uma sessão matutina que privilegiou, no relvado do complexo desportivo das Laranjeiras, o trabalho de pressão com e sem bola, procurando o treinador aproximar ao máximo as condições que serão encontradas no confronto com a Oliveirense.
Sabendo o que espera a nossa equipa num campo é conhecido por não oferecer as condições ideais para a prática do futebol e por isso ser propício a um futebol de contacto, associado ao futebol directo e musculado que o adversário pratica, Bruno Moura incidiu a preparação na pressão que os jogadores deverão sentir, forçados que estarão a pensar rápido e a executar ainda mais depressa.
Nesse sentido, o nosso treinador deu espaço a um treino sem espaço, propício ao emaranhado de pernas e aos ressaltos de bola. Objectivo: aproximar ao máximo no treino as condições que serão encontradas no campo Carlos Osório, em Oliveira de Azeméis. Os atletas responderam com atitude, garra e determinação, não se poupando a esforços na procura das melhores soluções para colocarem a bola jogável no colega melhor posicionado.
Sem lesionados nem castigados, o Santa Clara prepara na máxima força nova deslocação ao Norte do país onde vai tentar alcançar a primeira vitória fora de portas depois da tendência crescente revelada nos últimos encontros. Somente o guarda-redes Matt Jones, autorizado a deslocar-se a Inglaterra por motivos pessoais, continua a ser ausência.

COMUNICADO COMISSÃO DE GESTÃO

Na sequência de um artigo publicado no Expresso das Nove do passado dia 19 de Novembro, assinado pelo ex-presidente deste Clube Senhor Manuel da Cruz Marques que, entre outros, versava “assuntos de ética”, é nosso dever esclarecer o seguinte: 
 
1º - Esta Comissão de Gestão, quando tomou posse e no quadro das acções a desenvolver, teve que renegociar o serviço da dívida do clube com os nossos parceiros financeiros;
2º - Ao fazer essa operação, e porque o próprio alegava dificuldades na obtenção de financiamentos particulares devido aos avales prestados ao CDSC, entendeu-se que não seria eticamente correcto pedir ao Senhor Manuel da Cruz Marques que continuasse a avalizar aquelas operações;
3º - Comunicada ao Banco a saída daquele avalista a situação foi prontamente aceite sem qualquer tipo de dificuldade;
Pelo exposto, o Senhor Manuel da Cruz Marques deverá continuar como sócio empenhado na vida do Clube e que, como ex-presidente, continuará a fazer parte integrante do Conselho Santaclarense, mas deverá deixar de se preocupar com os seus avales pessoais dados ao Clube, porque muito eticamente, eles deixaram de existir.
 
Ponta Delgada, 22 de Novembro de 2010
A Comissão de Gestão,

Santa Clara: continuar no bom caminho

Mais do que um bom slogan de campanha, neste momento, para o Clube Desportivo Santa Clara, “Continuar no bom caminho” é um imperativo, uma empreitada crucial para desembaraçar o clube do aflitivo garrote que o vem estrangulando há quase uma década, sufoco que nos dois últimos anos, felizmente, tem conhecido algum alívio.
Só é possível “Continuar no bom caminho” porque já se começou a trilhar este mesmo caminho. Um facto inegável para todos, até para aqueles a quem, por razões óbvias, não interessava reconhecer que assim é. Uma das demonstrações disso é ler e ouvir as criticas vindas daqueles que ainda não há muito tempo pareciam indiferentes aos Estatutos do clube transgredido-os de forma grosseira, e que hoje, evocando-os com excessivo zelo, apontam como exemplos de incumprimento aspectos bem menos graves e significativos do que aqueles que antes violavam a torto e a direito. Para não falar de outras questões, pergunto:
- Quem não se recorda da forma pouco ortodoxa, bem como do sistemático atraso, com que as contas do Santa Clara eram apresentadas para aprovação aos sócios em Assembleia-geral?
- E de quando os directores se auto remuneravam com despudor quando os Estatutos determinavam que os dirigentes eleitos não podiam exercer funções remuneradas?
Mas bem bom que agora já se lembram e evocam os Estatutos: é um óbvio sinal que o Santa Clara já está no bom caminho!
Ironias à parte, não restam dúvidas que tem sido a boa gestão imprimida por aqueles que nos últimos tempos comandam os destinos dos Santa Clara aquilo que melhor explícita que o clube está no bom caminho. Nunca será demais recordar que em 2007 o deficit acumulado do CDSC rodava os 18M; que apenas de 2000 a 2003 o clube acumulou um deficit 11M (só por conta do ano de 2003 foram 5M). Depois, entre os anos 2004 e 2007, não foi muito diferente: foram entretanto acrescentados cerca de mais 7M ao enorme deficit que entretanto já se acumulara.
Só a partir de 2008 a situação começou a ganhar algum equilíbrio: (– 150.000 ) foi o resultado apresentado em 2008/09; + 200.000 foi o resultado de 2009/10; e + 0,5M, não havendo sobressaltos, é o resultado previsto para a presente época. Isto sim é “Bom Caminho”!
Bom caminho também é, não obstante a significativa redução de custos com o futebol profissional verificada, o excelente desempenho desportivo patenteado ultimamente, com a equipa a disputar até ao último jogo, em duas épocas consecutivas, a possibilidade de subida à liga principal. Tal como bom caminho é o rigor, a transparência e as preocupações com a observância de questões fundamentais, como a atempada prestação de contas como progressivamente se passou a efectuar, com a última AG – infelizmente mediatizada não pelos melhores motivos – sendo a primeira em muitos anos onde foram apresentados resultados positivos, e, tão ou mais importante do que isso, levada a cabo dentro dos prazos estatutariamente estipulados.    
Há outras questões a melhorar? Claro! É sempre possível fazer melhor, embora quanto maior é o percurso percorrido mais difícil se torne palmilhar o que dele resta. De uma coisa, porém, não restam dúvidas nenhumas: o mais importante é “Continuar no bom caminho” pois só assim será possível ver compensado o muito trabalho já desenvolvido, para mais, tratando-se de trabalho efectuado de forma generosa, desinteressada e altruísta – em contraste com um passado onde além das obscenas remunerações arrancadas não faltaram casos de usurpação, negligência e oportunismo –, tarefa que está na base da visível inversão de rumo que facilmente já se pode observar.

João Pacheco de Melo - AO 23/11/2010

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

DEDICAÇÃO, RESPEITO, CLAREZA, ORGULHO E VITÓRIAS

ESPERAMOS QUE TODOS ESTEJAM SATISFEITOS COM OS ORDENADOS EM DIA, AGORA É HORA DE TRABALHAR COM ORGULHO PELO CLUBE QUE REPRESENTAM, NÓS TAMBÉM COMO ADEPTOS TEMOS OS NOSSOS OBJECTIVOS, E,  ESTES PASSAM PELAS VITÓRIAS, E DEDICAÇÃO AO CLUBE DO QUAL VERGAM ESTA CAMISA, NÓS ADEPTOS NÃO ESTAMOS SATISFEITOS, QUEREMOS VITÓRIAS ATRÁS DE VITÓRIAS, SE NÃO SOIS CAPAZES DISSO MUDEM DE PROFISSÃO.

NÓS QUEREMOS:
DEDICAÇÃO
RESPEITO
CLAREZA
VITÓRIAS
E ACIMA DE TUDO ORGULHO 
PELA CAMISOLA QUE VERGAM.

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