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quinta-feira, 29 de março de 2012

juvenis do Santa Clara entram em acção no tornei (homenagear António Bentes, eterna glória da Académica de Coimbra)


A Académica apresentou na tarde desta quarta-feira o I Torneio de Futebol Juvenil 
"António Bentes" numa cerimónia onde estiveram presentes o Presidente da Briosa,
 José Eduardo Simões, António Bentes (filho de António Bentes) e Vítor Severino,
Coordenador do Futebol de Formação dos "estudantes".


Académica, UD Leiria, Santa Clara, Beira Mar, Feirense e Naval são as equipas
 participantes de um torneio que se disputa no Estádio Sérgio Conceição,
nos dias 3 e 4 de Abril. 
O Presidente da Académica mostrou-se satisfeito com a organização do torneio
 e recordou os tempos em que ele próprio era treinado por António Bentes.



"Quando alguém é treinado por uma pessoa destas fica extasiado. 
O nome deste torneio assenta na perfeição.", frisou. Já o filho de António Bentes
 deixou um agradecimento à Briosa por ter dado o nome da prova a uma figura
 incontornável dos "estudantes".

"Quero deixar um agradecimento
 pelo evento e espero que
 corresponda em valores importantes
 como o sentir a camisola,
 o fair-play, o desportivismo.",
 adiantou.

Para terminar, Vítor Severino falou
 dos objectivos da prova
 e desvendou que serão entregues
três prémios individuais: 
melhor jogador, melhor marcador
 e melhor guarda-redes.
 No ar ficou a possibilidade de repetir
 a iniciativa noutros escalões.

"Este torneio tem uma tripla dimensão:
 presente (posicionar correctamente na
 actualidade, oferecer prática desportiva, 
amizade, alegria e educação através do desporto), passado
(homenagear António Bentes, eterna glória da Académica,
ensinar Académica aos nossos jovens atletas), projectar o futuro
 (futebol de formação é o futebol de amanhã)",
finalizou.


1 comentário:

Anónimo disse...

Sabe-se que o fenómeno desportivo, e o futebol em particular, desperta paixões. No entanto, e apesar de se compreender que cada um “defenda a sua dama” – o mesmo é dizer o seu clube – algumas das situações que se vivem nos nossos campos deveriam ser alvo de profunda reflexão, particularmente porque algumas resvalam, claramente, do simples despique pelo melhor resultado para actos que merecem o maior repúdio. No caso particular do Santa Clara, todos os fins-de-semana, nos jogos em que as nossas equipas estão envolvidas, seja em que escalão for, salvo raras excepções, assistem-se a situações inqualificáveis.
Perante isto, não deixa de causar alguma estranheza que ninguém faça nada para pôr cobro a tais acções, muitas vezes praticadas por atletas de inegável valor, mas que, sabe-se lá porquê – ou até talvez se saiba – deixam simplesmente de jogar futebol, para se preocuparem em promover quezílias (para não dizer pior) ao longo de quase todo o jogo.
Nestes casos, e perdoem-nos a franqueza, penso que o papel de colocar um ponto final a tais actos cabe aos técnicos e dirigentes. Todavia, infelizmente, não é a isto que se assiste.
Ainda no passado fim-de-semana, num jogo em que marcou presença uma das nossas equipas dos escalões de formação, chegou a ser arrepiante o que se passou ao longo da partida.
Num jogo bem jogado, em que o resultado foi equilibrado, a partir de um determinado momento, os atletas do adversário resolveram começar, literalmente, a distribuir “pancada”, quando, na realidade, o que deveriam ter feito era acreditar que poderia ser possível discutir o score até ao último minuto.
Contudo, não foi isto que aconteceu. Na segunda parte, principalmente, o que se assistiu foi a um verdadeiro conjunto de actos que, no mínimo, deveria ter provocado uma intervenção mais firme de quem estava no banco desta equipa. Estranhamente, todavia, não foi isto que se passou e, por pouco, a coisa não passou da intenção à conclusão, o mesmo é dizer que estivemos a um nada de o jogo acabar em violência, tal foi a dureza empregue por jogadores que, acreditem, até têm algo a dar ao futebol, mas que, contra o Santa Clara, esquecem-se dos seus atributos técnico/tácticos, para darem corpo a acções que não merecem, nem devem, ser desculpadas.
O problema maior é que situações como estas não são “virgens”. Antes pelo contrário, semana após semana, as mesmas decorrem um pouco por todo o lado, principalmente quando de um dos lados do campo estão atletas que envergam a camisola do Santa Clara.
Não se percebe o porquê de tanto ódio e daqui lançamos um alerta. Os jogadores encarnados também são meninos ou jovens com famílias que lhes transmitem valores de conduta, e o facto de envergarem a nossa camisola não faz com que mereçam ser tratados da forma como são, a cobro de ódios, ciúmes e invejas de gente mais velha, que, por uma ou outra razão, não gosta do nosso clube.

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